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Bolsonaristas não deixam as rodovias e pedem intervenção militar em frente aos quartéis

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Por Alisson Gonçalves

Apesar do Pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro (PL), na tarde desta terça-feira 01/11, pedido a saída dos manifestantes e o desbloqueio das estradas, manifestantes continuam interditar as rodovias federais e estaduais por todo o Brasil.

O protesto começou neste domingo dia 30 de outubro, após a declaração de que Lula (PT), foi eleito presidente da República pela terceira vez.

Logo após o anúncio caminhoneiros começaram a bloquear às rodovias, pedindo “Intervenção Militar”.

Nesta terça-feira a Polícia começou uma negociação para que os caminhoneiros desocupem às estradas.

O problema é que após Bolsonaro dizer, que toda manifestação Pacífica é bem-vinda, uma resistência continua. Na manhã desta quarta-feira, a Policia Rodoviária Federal (PRF), listou às 30 rodovias que seguem fechados, sendo eles: BR-174, BR-364, BR-070.

Entre os trechos, está: Cuiabá, Sapezal, Jaciara, Alto Garça, Alta Araguaia, Campo Novo do Parecis, Nobres, Barra do Garças, Campo Verde, Várzea Grande, Primavera do Leste, General Carneiro, Comodoro, Pontes e Lacerda, Mirassol D Oeste, Sinop, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop, Peixoto de Azevedo, Itaúba, Terra Nova do Norte, Guarantã do Norte, Água Boa, Vila Rica, Confresa e Nova Xavantina.

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Analistas temem que a polarização continue, e comece a faltar combustíveis, e alimentos em cidades do interior.

Na manhã desta quarta-feira 2/11, manifestantes se encontram na frente do Exército Brasileiro, onde gritam pedindo Ordem e Progresso e intervenção Federal. Até o momento às manifestações seguem pacíficas.

 

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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