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13 pessoas são presas por envolvimento em roubo milionário em prefeitura de MT

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Por Alisson Gonçalves

Uma operação coordenada pela Polícia Civil de Mato Grosso resultou, nesta quarta-feira,14, na prisão de 13 pessoas envolvidas no furto audacioso de R$ 300 mil de um terminal de autoatendimento do Banco Bradesco, instalado dentro da sede da Prefeitura de Sorriso.

A ação faz parte da Operação Chave Mestra, conduzida pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), em parceria com a Delegacia de Sorriso e o Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil de São Paulo.

O crime, cometido em agosto de 2024, revelou um esquema minuciosamente articulado.

Disfarçados de técnicos de manutenção, dois homens conseguiram acesso ao prédio público sem levantar suspeitas, aproveitando-se do histórico de falhas frequentes no equipamento.

Um terceiro suspeito prestava apoio do lado de fora, monitorando a movimentação.

As investigações, que incluíram análises de câmeras, perícias e rastreamento de movimentações bancárias, permitiram à polícia identificar os responsáveis, bem como o percurso dos criminosos entre São Paulo e Mato Grosso.

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As autoridades cumpriram 38 mandados judiciais nas cidades paulistas de Mauá, Araraquara e na capital, incluindo 13 ordens de prisão seis preventivas e sete temporárias além de buscas, apreensões e sequestro de bens, com bloqueio de contas bancárias utilizadas para dissipar o valor furtado.

Todos os detidos são oriundos do Estado de São Paulo e responderão por furto qualificado, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

As diligências também esclareceram a função de cada membro dentro do grupo, evidenciando a estrutura hierárquica da quadrilha.

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Otaviano Pivetta endurece regras no sistema prisional e veta visitas íntimas para condenados por feminicídio, estupro e pedofilia em MT

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por Nayara Cristina

O governador em exercício Otaviano Pivetta sancionou uma nova lei que endurece o tratamento a presos condenados por crimes de extrema gravidade em Mato Grosso. A norma, publicada nesta terça-feira (15), proíbe visitas íntimas a detentos com condenação definitiva por feminicídio, estupro e pedofilia em todas as unidades do sistema penitenciário estadual.

A nova legislação, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho, estabelece que a restrição vale exclusivamente para condenados com sentença transitada em julgado — ou seja, quando já não há possibilidade de recurso. A medida atinge diretamente autores de crimes marcados pela violência extrema, especialmente aqueles praticados contra mulheres, crianças e adolescentes.

Pelo texto sancionado, visita íntima é caracterizada como o encontro realizado em ambiente reservado, sem acompanhamento direto dos agentes penitenciários, em espaço fechado e com a presença exclusiva do preso e do visitante. A partir da entrada em vigor da lei, esse tipo de benefício passa a ser expressamente proibido para os condenados enquadrados nas condutas previstas.

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Apesar do endurecimento, a norma mantém o direito às visitas sociais, asseguradas pela Lei de Execução Penal. Esse tipo de visita continua permitido em espaços apropriados dentro das unidades prisionais, com supervisão dos servidores e dentro dos protocolos de segurança já existentes.

A sanção ocorre em meio ao debate nacional sobre o fortalecimento das políticas de proteção às vítimas de violência e o aperfeiçoamento das regras de execução penal. Com a nova regra, o governo de Mato Grosso reforça um posicionamento de maior rigor no enfrentamento a crimes que causam forte impacto social e amplia o recado institucional de intolerância à violência contra os grupos mais vulneráveis.

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