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Defesa de Paccola pede que processo de cassação seja arquivado pela Câmara

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Por Alisson Gonçalves

Mais uma vez caso do julgamento do Vereador Tenente Coronel Paccola (Republicanos), volta a crescer na mídia.

Desta vez o assunto é sobre o pedido de sua defesa que pediu, o arquivamento do processo de cassação, que está sendo realizada pela Câmara.

Paccola está sendo defendido pelo servidor Eronildes Dias da Luz, na pedido de arquivamento do processo Eronildes alegou que a Câmara não competência de julgar o ato do vereador, uma vez que o crime confira crime de homicídio e apenas o Tribunal do Júri tem essa competência.

Além disso a defesa do vereador, alegou que não a quebra de decoro do parlamentar, com o está sendo julgado o caso dele no legislativo municipal.

Como já informado, o pedido de cassação contra o vereador Paccola, foi proferido pela vereadora do (PT) Edna Sampaio.

Já quem está a frente do processo como relator é vereador Cássio Coelho (Patriota), que informou a imprensa, que já  recebeu o pedido feito pela defesa do vereador, porém deve reunir com os colegas parlamentares e membros da comissão, para saber como será feito o encaminhamento.

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Paccola foi indiciado pelo crime de Homicídio qualificado, após matar o agente socioeducativo Alexandre Miyagawa.

O caso aconteceu em Julho deste ano, no bairro Quilombo em Cuiabá, desde então o vereadorvem sofrendo vários ataques que inclusive ele o classificou como ataques partidários, já que ele também é Candidato a Deputado Estadual, e deve enfrentar seus colegas Parlamentares.

Na manhã desta terça-feira a justiça marcou a primeira audiencia de Paccola que deve acontecer no dia 31 de outubro.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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