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Mauro reúne centenas em carreatas no sudoeste: “Vai ficar na História como o governador que mais fez investimentos na nossa região”, diz prefeito

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Fotos: Mayke Toscano

O gernador fez atos políticos em Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis e Sapezal

 

 

O governador Mauro Mendes (UB) reuniu centenas de apoiadores durante carreatas realizadas neste sábado (10.09), na região sudoeste do Estado.

 

O candidato à reeleição fez atos políticos nos municípios de Tangará da Serra, Campo Novo do Parecis e Sapezal, atraindo uma multidão de apoiadores e simpatizantes à campanha.

 

De acordo com o prefeito de Tangará, Vander Masson (PSDB), a adesão à candidatura de Mauro se deve ao volume de obras e ações realizadas na região.

“É importante registrar que a gestão Mauro Mendes tem feito a diferença e tem articulado de forma muito dinâmica, trazendo obras. Creio que, com muito respeito aos demais, o Mauro Mendes vai ficar na história como o governador que mais fez investimentos na nossa região e na nossa cidade”, afirmou.

 

Masson citou obras estruturantes como o novo Hospital Regional, que está em obras desde o primeiro semestre, e as melhorias na infraestrutura viária.

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“São várias rodovias em andamento, como a MT-240 para Santo Afonso, a MT-339 no sentido de Lambari D’Oeste, e mais recentemente a licitação de uma rodovia que vai ligar o Distrito de São Jorge a Calcário. Lá no chapadão do Parecis temos outra rodovia em andamento, que é a MT-358, trecho de 50 km. São obras importantíssimas que estão acontecendo em Tangará, sem falar dos mais de 500 apartamentos que estão sendo construídos em parceria com a MT Par”, exemplificou.

O maciço investimento em infraestrutura foi comemorado pelo produtor rural Vilson Rota, que mora em Sapezal há mais de 40 anos.

 

“Comparado ao que sofriamos quando viemos para cá, hoje a melhoria do Estado é muito grande. Depois do Governo Mauro, tudo ficou muito bom. Nós que estamos em Sapezal há 40 anos, o que nós estamos vendo o município desenvolver é gigantesco. O Mauro Mendes está fazendo a diferença e queremos que ele continue para fazer mais, e ele tem capacidade para isso”, pontuou.

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Também morador de Sapezal há 40 anos, o Seo Manoel Nascimento, o “Manezinho”, contou que a vida tem melhorado muito depois que Mauro assumiu o Governo de Mato Grosso.

 

“Estrada não é tudo, mas é quase tudo.

Quando o Mauro Mendes entrou, o Estado tava feio, as estradas estavam terriveis. Hoje quando a gente sai pra Cuiabá, vamos e voltamos em um dia só. O Mauro merece e nós precisamos que ele seja o nosso governador nos próximos quatro anos”, relatou.

Também participaram das carreatas: o candidato ao Senado, Wellington Fagundes, e o suplente Mauro Carvalho; o ex-senador Cidinho Santos; os candidatos a deputado federal, Fábio Garcia e Aécio Rodrigues; os candidatos a deputado estadual, Reck Júnior, Gilberto Figueiredo, Dr. João, Valmir Moretto, Wagner Ramos, Rogério Silva e Prof. Sebastian; os prefeitos Rafael Machado (Campo Novo do Parecis) e Valcir Casagrande (Sapezal); além de apoiadores, militantes e populares.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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