Caso Alphaville 1
MP avalia possibilidade de recorrer da decisão que soltou atiradora que matou Isabele Guimarães
JB News
Por Alisson Gonçalves
Ministério Público de MT, avalia possibilidade de recorrer da decisão que soltou atiradora que matou Isabele Guimarães, com um tiro no rosto.
A análise está sendo feito pelo procurador de Justiça, Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente, segundo Paulo nesta quinta-feira
O procurador encontrou com mãe de Isabele a empresária Patrícia Ramos, na sede da procuradoria geral para estudar se o caso pode ser revertido.
A adolescente ganhou liberdade na noite desta quarta-feira 8 de junho, no Lar Menina Moça” onde cumpriu pena socieducativa por um ano e quatro meses.
A liberdade da atiradora virou polêmica, já que a justiça já tinha a condenado por homicídio doloso, quando a intenção de matar, pelo fato dela ser perita em armas de fogo.
O caso tomou uma reviravolta após a decisão da Terceira Câmara Criminal, ao dar a nova versão para o crime . Deixando da tipicidade de dolo, pata culpa, quando não há intenção de matar.
Caso Alphaville 1
Protesto contra soltura da menor, marcam dois anos da morte de Isabele Guimarães com um tiro no rosto
JB News
Por Alisson Gonçalves
Os Familiares e amigos de Isabele Guimarães Ramos, organizam um movimento nesta terça-feira 12 de julho, para protestar contra a soltura da menor autora do crime, que matou a adolescente com um tiro no rosto.
O protesto acontece nesta terça-feira, na data em que faz dois anos desde o crime. O ato inicia enfrente ao Colégio Maxi seguindo até o Tribunal de Justiça de MT.
O caso aconteceu em 2020 em uma casa de luxo no bairro Alphaville em Cuiabá, na época Isabele foi morta por sua melhor amiga com um tiro no rosto.
O protesto é contra a soltura da menor autora do crime, que ganhou liberdade no mês passado, após cumprir um ano de internação do complexo Pomeri.
A soltura da menor só foi possível, porque desembargadores mudaram de entendimento do crime passando de Homicídio doloso para Homicídio Culposo, quando não há intenção de matar.

Segundo a empresária Patrícia Guimarães Ramos, o ato é um pedido de justiça, uma vez que durante às investigações foi comprovada que a menor sabia manusear arma de fogo.
Em sua rede social Patrícia desabafou “Não tem um dia que eu acorde ou durma sem pensar nesse crime e na falta que ela faz”, disse em sua publicação.
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