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Virgínia Mendes repudia ataques, e diz que usam maldade contra o meu filho para atingir Mauro Mendes

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Da Redação

A primeira-dama Virginia Mendes foi a publico nas suas redes sociais nesta quinta-feira 09.11, para mostrar sua indignação por conta dos ataques que sua família vem sofrendo, após a Operação Hermes 2 que desarticulou um esquema de vendas de Mercúrio ilegal em algumas cidades brasileiras, realizados pela Polícia Federal, no qual teve um de seus filhos citados na investigação.

Seu filho Luiz Antônio Mendes, é sócio da empresa Kin Mineradora Ltda, e da Mineração Aricá Ltda.

Para a primeira-dama a ação da PF tem como objetivo atingir o seu marido, Governador Mauro Mendes, e por conta disso estão tentando de certa maneira jogar contra o seu filho para atingir o verdadeiro alvo.

Em post no seu Instagram a primeira-dama lamentou e repudiou toda a maldade contra o seu filho. “Estão usados de má fé o nome dele, onde na verdade querem atingir o pai. Neste momento um enorme sentimento de indignação me atinge, e me pergunto, por que tanta maldade?” Indagou.

“O meu filho é um jovem trabalhador, que muito cedo assumiu responsabilidades para ajudar a família. Muitas vezes, ele se privou para se dedicar a nos ajudar, e vejam o que pessoas investidas de ódio e crueldade são capazes de fazer”.

Segundo Virgínia o seu filho além de trabalhador é sócio minoritário nas empresas, e que não tem poder de decisão.

“Ele não assina e não compra nessa empresa. Somos sócios minoritários. Observem a que ponto pessoas mal-intencionadas são capazes de chegar”.

A operação Hermes 1 foi deflagrada ainda em dezembro de 2022, com início das investigações após uma empresa usar de sua estrutura para cometer crimes como a venda ilegal de mercúrio, um produto altamente tóxico e nocivo tanto para o mio ambiente quanto para a saúde humana, o seu uso é restrito por conta disso.

Após várias análises de documentos, a PF conseguiu detectar um grande esquema de comercio ilegal do produto e de ouro extraídos de garimpos principalmente na região do Amazonas, que envolvia várias empresas e grande nomes do mercado de mineração.

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Por conta disso aconteceu a segunda fase da operação nesta quarta-feira 09.11, para aprofundar as investigações, e descobrir o envolvimento de mais pessoas neste comercio ilegal, e identificar também o patrimônio construídos por cada um deles devido aos ganhos por conta da atividade ilícita.

Toda a ação da segunda fase da operação foi determinada pela Juíza Raquel Coelho Dal Rio Silveira. A PF pediu a prisão dos empresários, mas teve a negativa da juíza para tal.

Cerca de 16 nomes foram apontados pelas investigações como compradores ou vendedores de Mercúrio ilegal , e estariam ligados diretamente. A juíza apontou ausência de vínculo associativo entre os empresários e o grupo Veggi, responsável pelas vendas do Mercúrio. E que não existem provas suficientes de autoria ou participação nos crimes que possam exigir a prisão temporária dos citados. Entre eles está o empresário  Filadelfo dos Reis Dias , Jeferson Dias Castedo, José Carlos Morelli, Willian Leite Rondon, , Thiago Mendonça de Campos Filadelfo dos Reis Dias, José Ribamar Silva Oliveira,  Marcio Macedo Sobrinho, Marcelo Massaru, Euler Oliveira Coelho, Luis Antônio Taveira Mendes, Antônio Jorge Silva, Darcy Winter, Edilson Rodrigues Campos e Rodrigo Castrillon Lara Veiga, Ronny Morais Costa ,Valdinei Mauro de Souza. E foram condenados a pagar uma fiança de R$ 264 mil reais.

VEJA O POST DA PRIMEIRA-DAMA NA INTEGRA:

Foto do perfil de virginiamendesoficial

virginiamendesoficial

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Repudio toda e qualquer maldade contra o meu filho, estão usando de má-fé o nome dele, onde na verdade querem atingir o pai. Neste momento um enorme sentimento de indignação me aflige, e me pergunto, por que tamanha maldade?

Antes de ser primeira-dama de MT, sou mãe.

O meu filho é um jovem trabalhador, que muito cedo assumiu responsabilidades para ajudar a família. Muitas vezes, ele se privou para se dedicar a nos ajudar, e vejam o que pessoas investidas de ódio e crueldade são capazes de fazer.

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Pela fé que tenho em Deus, sei que a verdade será soberana, e Deus que nos unge e nos protege de todo mal, vai mostrar a todos a realidade. Uma mentira descabida lançaram sobre o nome do meu filho, e isso não posso aceitar.

Estou em missão na China com o Mauro, e foi muito dolorido receber essa notícia, queria muito estar ao lado do meu filho neste momento tão cruel, chorei muito.

Ele não assina e não compra nessa empresa. Somos sócios minoritários. Observem a que ponto pessoas mal-intencionadas são capazes de chegar.

Uma maldade sem precedentes, parece que esperaram a gente viajar para fazer tudo isso. Queria estar segurando a mão do meu filho agora. Do fundo do meu coração, não desejo isso para nenhuma mãe, e nem um filho merece passar pelo o que meu filho amado está passando.

Enfrentamos dificuldades quando fazemos o bem, não é uma tarefa fácil, porque o mal tenta te derrubar 24 horas por dia. Quando os ataques não são direcionados a mim, são direcionados a ele, tudo isso para atingir o meu marido.

Como mãe dói, dói muito, pois meu filho é um homem sério, honesto e trabalhador. Quem é mãe sabe muito bem o que estou sentindo, usar o nome do meu filho dessa maneira é desumano.

Sempre peço a Deus: “Senhor não permita que venha até nós, algo que não vier de ti. Livrai-nos de todo mal disfarçado de bem”.

De uma coisa tenho certeza, nada disso vai fazer a gente parar de fazer o bem, de entregar resultados… se pensam que isso vai nos intimidar, intimidar o trabalho sério que meu marido tem feito pela população, não terão êxito.

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BR-Legal 2 garante revitalização de 1,7 mil quilômetros de rodovias em Mato Grosso

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Para propiciar mais segurança aos usuários das rodovias mato-grossenses, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) investiu mais de R$ 25,8 milhões na renovação da sinalização horizontal e vertical. As melhorias realizadas ao longo de 2023 foram executadas em 1,7 mil quilômetros das vias pavimentadas que cortam o Mato Grosso e estão sob a administração da autarquia.

As obras de sinalização fazem parte do programa BR-Legal 2 que foi desenvolvido pelo DNIT, com o objetivo de melhorar a segurança rodoviária, e tem desempenhado um papel fundamental na prevenção dos acidentes de trânsito, a partir de ações estratégicas de execução dos serviços de sinalização das rodovias federais.

O programa BR-Legal 2 tem realizado a melhoria das rodovias em todas as regiões do Mato Grosso. Na região Noroeste, por exemplo, o DNIT executou os serviços de sinalização de aproximadamente 500 quilômetros na BR-364/MT, no trecho entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis.

Atualmente as equipes estão executando serviços de sinalização da BR-070/MT, que é considerada um corredor logístico relevante para o Mato Grosso, o maior produtor de grãos do país. Além disso, a rodovia federal garante acesso da capital Cuiabá ao município de Cáceres, cidade turística que é a porta de entrada para o Pantanal mato-grossense.

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‌BR-Legal 2 – O Programa Nacional de Segurança e Sinalização Rodoviária – BR-Legal, iniciado em 2012, correspondeu na elaboração de projeto, implantação e manutenção das sinalizações e dispositivos de segurança, visando a padronização em toda a malha rodoviária de acordo com os normativos técnicos e legislação vigente, elevando a qualidade da sinalização e promovendo o aumento da segurança nas rodovias.

Em seguida surgiu o BR-Legal 2 em continuação aos aspectos positivos do programa anterior dando início às primeiras contratações, buscando aperfeiçoamento na gestão das informações, na sinalização e segurança das obras e no tratamento de segmentos críticos por meio da sinalização ostensiva.

Nota-se que ocorreram mudanças na transição do BR-Legal 1 para o BR-Legal 2, com relação às soluções de sinalização horizontal os tachões foram substituídos por cilindros (balizador), por apresentarem mais segurança principalmente para os motociclistas.

Nas soluções de sinalização vertical o sinal das placas passou a ser impresso junto à película acelerando a fabricação, foi incorporado o overlay para dar mais proteção às placas e empregado o suporte colapsível, uma vez que os suportes deixaram de ser um obstáculo fixo e não oferecem mais riscos ao condutor em um possível impacto.

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As soluções dos dispositivos de segurança foram aprimoradas com maior nível de segurança e foram adicionados os projetos-tipo da sinalização ostensiva para interseção, curva, travessia urbana e proibição de ultrapassagem que são os pontos que apresentam maior índice de sinistros de trânsito. Por fim, também foram aprimorados os projeto-tipo para sinalização e segurança das obras, pois se trata de uma situação com altos índices de sinistros de trânsito.

Atualmente, o BR-Legal 2 já conta com 16.491,70 quilômetros de extensão contratados, em execução nos estados do Acre, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e no Distrito Federal, correspondendo a 31,7% da malha.

O DNIT trabalha no desenvolvimento de mais editais licitatórios para que toda a malha rodoviária nacional sob administração da autarquia esteja 100% coberta pelo BR-Legal 2.

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