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Virginia desmente dados de Emanuel e dispara: “Sinto tristeza e arrependimento de ter ajudado a eleger uma pessoa que saiu em rede nacional com os bolsos do paletó caindo dinheiro”

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Primeira-dama Virgínia Mendes rebate a oposição e garante que Siminina nunca foi um programa de “recreação” .

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Por Denise Niederauer

A primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes se manifestou em suas redes sociais neste sábado (17.10), contra a oposição que desconhece o trabalho iniciado por Iraci França e continuado na gestão do então prefeito Mauro Mendes, e garantiu que Siminina nunca foi um programa de “recreação”. Sempre atuamos na prevenção de risco e violação de direitos por meio de atividades, como por exemplo, reforço escolar, aulas de dança, teatro, ballet, música, palestras educativas sobre diversos temas como prevenção da gravidez na adolescência.

A dedicação da primeira-dama do Estado ao lado do governador Mauro Mendes, segue no sentido de colaborar com um olhar especial às crianças, adolescentes, mulheres e idosos, e a todos em situação de vulnerabilidade social e também aos diversos projetos e ações na assistência social, saúde e educação.

Leia o desabafo na íntegra da primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes: 👇

Uma coisa que prezo muito nas pessoas estando ou não em cargos públicos é a honestidade e a capacidade de agregar, de reconhecer as boas ações. E faço isso publicamente à ex-primeira-dama de Cuiabá, Iraci França, uma mulher que admiro muito em razão do trabalho que executou ao lado do prefeito Roberto França.

Iraci foi a responsável pela criação do Siminina, que revolucionou a área social em Cuiabá, tirando meninas da faixa de risco, da gravidez precoce. Tornando-se um exemplo. Isso precisa ser reconhecido.

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Quando eu fui primeira-dama da Capital recebi o Siminina sem a devida atenção por parte das gestões que vieram depois de Iraci e Roberto. Ao lado de uma grande equipe, trabalhamos neste resgate, reestruturando o projeto e implantando novas atividades para atender meninas e adolescentes carentes.

Ao contrário do que li por aí, quando estávamos no Siminina ele nunca foi um programa de ‘recreação’. Sempre atuamos na prevenção de situações de risco e violação de direitos por meio de atividades, como por exemplo, reforço escolar, aulas de dança, teatro, ballet, música, palestras educativas sobre diversos temas como prevenção da gravidez na adolescência.

Investimos na melhoria da infraestrutura e na equipe de profissionais, incluindo psicólogos, assistentes sociais, pedagogos. Providenciamos uniformes novos, com roupa de frio, material escolar de qualidade.

Também ofertávamos atendimentos na área de saúde com consultas ao dentista e oftalmológicas, incluindo a doação dos óculos de grau.

Tínhamos sim as atividades recreativas, como toda criança merece e deve ter nas datas especiais. Levamos as meninas a vários passeios. Viver experiências que elas nunca tinham tido a oportunidade.

Nunca fiz nada que não fosse pensando nelas. Uma vez até me ligaram de um evento que foi realizado num buffet conhecido da cidade para contar que estavam servindo caviar para as “madrinhas” e as meninas sem lanche. Achei um absurdo!

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Em 2016, quando deixamos a Prefeitura, o projeto contava com 1.500 crianças e adolescentes, em 17 unidades. Ampliamos em 8x o número de atendimentos de quando assumimos, que eram em torno de 198.

É preciso deixar claro que tudo isso são fatos, não são números maquiados. Vejo divulgações atualmente que o Siminina tem 1.600 meninas, um crescimento de 100 crianças em 4 anos. Acho muito pouco para quem assumiu com tantas promessas. Dizer que a atual gestão assumiu o programa com 200 crianças é uma mentira. E isso me deixa triste, pois todos sabem que isso não é verdade.

Sinto tristeza e arrependimento de ter ajudado a eleger uma pessoa que saiu em rede nacional com os bolsos do paletó caindo dinheiro.

Infelizmente ainda temos algumas pessoas que não reconhecem as boas práticas e querem assumir o crédito sozinhas. Eu, pelo contrário, agradeço e destaco todo o apoio e sou grata demais aos que somaram conosco e juntos tornamos o Siminina como um dos melhores programas de fortalecimento de vínculos da Assistência Social de Cuiabá.

Tenho certeza que Roberto e Iraci vão dar continuidade e fazer muito mais pelas meninas do Siminina e por Cuiabá. Eles têm experiência e já provaram que sabem fazer, são honestos. Por isso têm o meu voto de confiança e o meu apoio total!

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Fux mantém condenação de Jayme Campos por conceder ilegalmente pensão de 10 salários mínimos a ex-vereador da base quando prefeito

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O Senador Jayme Campos (DEM), teve mais uma vez nesta terça-feira (20.10), seu recurso negado pelo Supremo Tribunal Federal (TSE), no caso que envolve seu nome ao conceder ilegalmente uma pensão no valor de 10 salários mínimo ao ex-vereador João Simão de Arruda, na época em que era prefeito de Várzea Grande.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Estadual (MP-MT) em 2001, quando Jayme era prefeito, e o ex-vereador João Simão, empresário e servidor aposentado da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na denúncia, o MP-MT afirma que Jayme instituiu ilegalmente por meio de lei, o pagamento ao então vereador que era da base de sustentação da administração municipal. A denúncia afirma também que o policial federal na época já recebia a quantia de R$ 6000 da PRF, por conta de sua aposentadoria.
A negativa foi assinada pelo ministro Luiz Fux, alegando na sua decisão que para conceder o pedido de suspensão para o senador Jayme Campos, teria que analisar a constituição Estadual, onde neste caso o recurso extraordinário impede esta observação pois afronta o texto constitucional.

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Para ser reexaminado este tipo de recurso caberia outro, e devido a urgência não poderia ser analisado conforme pedido.
“Quanto à insurgência de Jayme Veríssimo de Campos, verifica-se que, para ultrapassar o entendimento do Tribunal de origem, seria necessário analisar a causa à luz da interpretação dada à legislação infraconstitucional pertinente e reexaminar os fatos e as provas dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário, pois a afronta ao texto constitucional, se houvesse, seria indireta ou reflexa e a Súmula 279 desta Corte impede o reexame de provas”, decidiu o ministro.
O valor da condenação, imposta pelo Tribunal de Justiça em 2009, é de 5 vezes o valor mensal do salário de Jayme Campos, quando na época, era prefeito,o valor será corrigido para os dias atuais,desde 1º de fevereiro de 2020, o salário mínimo é de R$ 1.045,00 (mil e quarenta e cinco reais).

 

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