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Vereadores alegam inconstitucionalidade e negam afastamento de Paccola por maioria dos votos

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Por Alisson Gonçalves

Durante a sessão extraordinária realizada nesta manhã de terça-feira 2, na Câmara de Cuiabá, os  Vereadores decidiram pelo não afastamento do Vereador Tenente Coronel Paccola (Republicanos), indiciado por Homicídio qualificado.

Durante o relatório, lido pelo presidente da comissão de ética da casa Vereador Chico 2000, ele destacou que o pedido feito pela Vereadora Edna Sampaio (PT), seria inconstitucional.

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Chico 2000, destacou que o afastamento do Paccola só seria possível em um processo de forma punitiva e não como medida cautelar.

Ao todo 21 parlamentares concordaram em não aprovar o afastamento de Paccola.

Como já informado anteriormente Paccola, estava respondendo um pedido de afastamento feito pela Vereadora Edna Sampaio (PT).

O caso aconteceu desde o que o vereador matou o agente Alexandre Miyagawa de 41 anos,com 3 tiros nas costas no dia 1 de julho próximo ao Choppão em Cuiabá.

Durante a votação a Edna não concordou, com seu colegas e destacou o medo de estar perto do vereador por ele estar armado.

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POLITICA

Mauro Mendes contesta decisão do MPF sobre impactos em terras indígenas para construção da Ferrovia Estadual

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Por Alisson Gonçalves

O Governador de MT e Candidato a reeleição Mauro Mendes (UB), críticou a decisão do (MPF) Ministério Público Federal, que suspendeu a documentação de licença ambiental para a empresa responsável pela construção da Ferrovia Estadual em MT.

A crítica foi feita na manhã desta sexta-feira 12 Agosto, durante uma entrevista a Rádio centro América FM.

Segundo Mendes, essa decisão do MPF está equivocado, já que não existes impactos sobre a terra indígenas.

Segundo o MPF, a suspensão da Licença Ambiental, seria porque faltava estudos técnicos de qual seria o impacto em terras indígena, uma vez que a Ferrovia deve passar pelas terras Tadarimana e Tereza Cristina, local que abriga os índios  Bororo.

Mauro explicou que o entendimento do MPF, está errado uma vez que às obras fica a quase 10 KM de distância de qualquer tribo indígena.

” Se toda obra que o governo for fazer precisar de estudo, para saber qual impacto em terras indígenas é melhor o estado parar”.

“Então se eles andam no estado inteiro, todo lugar que o índio passar tiver que fazer um estudo de componente indígena nós vamos parar o estado de MT” disse Mendes.

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Segundo Mendes,  o índio vive em todo estado MT, muito de suas aldeias são próximos a obras que o governo está fazendo, como é  esta obra da ferrovia, que deve ligar Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, levando mais agilidade na transportação de soja, entre outros bens de consumo e serviços. Dando além da agilidade, a diminuição no valor do frete, colocando MT em um nível melhor na competência no mercado.

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