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Vazio sanitário do algodão em Mato Grosso começa em outubro

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Período proibitivo de existência de plantas vivas de algodão com risco fitossanitário inicia no dia 1º de outubro na região 1 e em 15 de outubro na região 2, conforme instituído pela Instrução Normativa 001/2016 do Indea-MT


O vazio sanitário do algodoeiro em Mato Grosso começa no dia 1º de outubro na região 1 e dia 15 de outubro na região 2. Durante 60 dias fica proibida a existência de plantas vivas de algodão com risco fitossanitário no estado. A medida consta na Instrução Normativa 001/2016 do Indea-MT e visa prevenir a proliferação de pragas e doenças, em especial o bicudo-do-algodoeiro, e, consequentemente, o menor uso de defensivos agrícolas na próxima safra.

Na região 1 o vazio sanitário vigora de 1º de outubro a 30 de novembro e compreende o Núcleo Sul (Rondonópolis e região), Núcleo Centro (Campo Verde e região) e o Núcleo Centro Leste (Primavera do Leste e região). Já a região 2 conta com o período proibitivo da existência de plantas de algodão entre 15 de outubro e 14 de dezembro no Núcleo Norte (Sorriso-Lucas do Rio Verde e região) e Núcleo Noroeste (Sapezal e região).

Conforme a Instrução Normativa, o plantio de algodão em Mato Grosso pode ser feito até o dia 28 de fevereiro de cada ano.

“O vazio sanitário é um período de ausência de plantas vivas de algodão com risco fitossanitário, que são plantas tigueras do algodoeiro acima do estádio V3 e soqueiras com mais de quatro folhas por broto”, explica o coordenador de Projetos e Difusão Tecnologia do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), Márcio Souza.

Conforme o coordenador do IMAmt, é importante que o produtor rural siga à risca o período do vazio sanitário. “Essa medida visa prevenir a proliferação de pragas e doenças que podem comprometer a produção das fazendas e, consequentemente, traz um menor uso de defensivos agrícolas na próxima safra”, salienta Souza.

Na cultura do algodão a principal praga é o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), frisa Souza, e sua incidência está diretamente relacionada a uma boa destruição dos restos culturais e o cumprimento do vazio sanitário.

A não realização das exigências sanitárias pode acarretar aplicação de multa ao produtor rural por parte da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), através do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).



Viviane Petroli
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Kalil Baracat cobra melhorias na pavimentação de bairros

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O vereador por Várzea Grande, Kalil Sarat Baracat de Arruda apresentou duas indicações que visam melhorias na pavimentação asfáltica de dois bairros da cidade.

Sua primeira indicação solicita do Poder Executivo Municipal junto à Secretaria de Infraestrutura a necessidade de serviços de tapa buracos e reparos na pavimentação asfáltica nas ruas do bairro Jardim Novo Horizonte, em sua totalidade.

Segundo Kalil a proposta é urgente e visa à realização de “tapa buracos” e reparos na pavimentação asfáltica.

“As ruas do bairro em questão encontram-se totalmente esburacadas, quase sem condições de tráfego, provocando pequenas colisões e avarias nos veículos dos que por ali transitam. É tamanha a calamidade em que se encontram as vias que não é possível especificar onde e quão grandes são os buracos. Atender à solicitação daquela comunidade é cumprir com o dever social e zelar pelo bem público e pelos munícipes”, explica o vereador.

Os moradores do bairro Jardim Potiguar também vem passando pelo mesmo problema e dessa forma, Kalil também indicou a necessidade de serviços de tapa buracos e reparos na pavimentação asfáltica em todas as ruas do bairro.

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“ As ruas Jardim Potiguar estão cheias de buracos com o aumento do fluxo de veículos pela região devido aos desvios das obras da Copa, quase que sem condições de tráfego. Além da falta de conforto e segurança, os buracos deixam o bairro com aspecto feio e mal cuidado desvalorizando os imóveis construídos ali. Dezenas de colisões com prejuízos financeiros e lesões físicas são registradas todos os dias naquele local”, disse Kalil Baracat.

 

Michelle Carla Costa

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