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Varíola dos macacos: Europa e Ásia têm primeiras mortes pela doença

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Alguns países já iniciaram a vacinação contra a varíola dos macacos
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Alguns países já iniciaram a vacinação contra a varíola dos macacos

Após o Brasil confirmar sua primeira vítima fatal da varíola dos macacos, foi a vez da Índia e da Europa registrarem suas primeiras mortes pela doença – duas na Espanha e uma na Índia. Com isso, o mundo já contabiliza 4 mortes por varíola dos macacos fora do continente africano.

O anúncio da morte no país asiático aconteceu nesta segunda-feira (1º). A vítima é um homem de 22 anos que descobriu a infecção durante uma viagem aos Emirados Árabes Unidos em 21 de julho. Ele morreu no sábado (30).

Já na Europa, a Espanha confirmou a 1ª morte na sexta-feira (29). No dia seguinte, o país anunciou a 2ª vítima. Segundo o jornal “El País”, as duas pessoas desenvolveram encefalite, uma inflamação no cérebro, depois de contaminadas.

Varíola dos macacos  no Brasil

Na sexta-feira (29), o Ministério da Saúde confirmou a 1ª morte no Brasil por varíola dos macacos. A vítima era um homem de 41 anos, com imunidade baixa e comorbidades, incluindo câncer (linfoma). Ele estava internado em um hospital público em Belo Horizonte.

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De acordo com o ministério, a causa da morte foi choque séptico, agravada pela varíola dos macacos. O ministério informou em entrevista a jornalistas na sexta-feira (29) que irá investigar a preponderância dessas comorbidades para o óbito do paciente. O caso foi o 1º óbito registrado fora do continente africano.

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Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Brasil registra 220 mortes e 27,6 mil casos em 24 horas

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As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram 27.644 novos casos de covid-19 na últimas 24 horas em todo o país. De acordo com os órgãos, foram confirmadas também 220 mortes por complicações associadas à doença no mesmo período. 

Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (11), com exceção do dado de óbitos do estado do Mato Grosso do Sul, que não foi informado, de acordo com a pasta federal. 

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia já soma 34.124.579.

O número de casos em acompanhamento de covid-19 está em 515.811. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 681.006, desde o início da pandemia. Ainda há 3.232 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demanda exames e procedimentos complementares.

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Até agora, 32.927.762 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a pouco mais de 96% dos infectados desde o início da pandemia.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (173.523), Rio de Janeiro (75.130), Minas Gerais (63.239), Paraná (44.776) e Rio Grande do Sul (40.616).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (2.023), Amapá (2.153), Roraima (2.165), Tocantins (4.189) e Sergipe (6.421).

Vacinação

Até esta quinta, o vacinômetro do Ministério da Saúde apontava um total de 470.954.665 doses de vacinas contra covid-19 aplicadas no país, desde o início da campanha de imunização. Destas, 178,6 milhões como primeira dose, 159,7 milhões como segunda e 4,9 milhões como dose única. A dose de reforço já foi aplicada em mais de 104,1 milhões de pessoas e a segunda dose extra ou quarta dose, em pouco mais de 18,5 milhões. O painel registra ainda 4,7 milhões de doses como “adicionais”, que são aquelas aplicadas em quem tinha recebido o imunizante da Janssen, de dose única.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia de covid-19 no Brasil. – Ministério da Saúde

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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