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Temporada de pesca da tainha no ano de 2022 é encerrada

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Foi encerrada no dia 31 de julho deste ano, às 23h59, a temporada de pesca da tainha (Mugil liza) para as modalidades de cerco/traineira e emalhe anilhado. A determinação foi publicada na Portaria SAP/MAPA Nº 1.168, da Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP), do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). 

Conforme as informações da portaria, as embarcações que atuam na modalidade cerco/traineira detentoras da Autorização de Pesca Especial Temporária que estavam em atividade de pesca no mar, devem realizar o último desembarque de tainha em até 48 horas após o encerramento da temporada de pesca da espécie. Já para as embarcações detentoras da autorização que estavam em atividade de pesca no mar, o prazo para o desembarque da tainha era de até 24 horas após o encerramento da temporada. 

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIOS

Inicia neste mês em São Paulo primeira colheita de abóbora cabotiá sob nova regra de exportação para Argentina

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Começa neste mês, na região de Presidente Prudente, em São Paulo, a colheita da abóbora cabotiá que será exportada para a Argentina, pela nova regra firmada entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o país vizinho. 

A nova medida implica na alteração do processo de certificação dos produtos que agora passa a ser executado nas áreas de fronteira, onde atua a Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). Anteriormente, essas abóboras e outras cucurbitáceas (melão, pepino, melancia e etc) eram certificadas na propriedade rural durante a colheita. 

A alteração da regra está no plano de trabalho para exportação para a Argentina de cucurbitáceas produzidas no Brasil sob o Sistema de Mitigação de Risco (SMR) da mosca-sul-americana-das-cucurbitáceas, visto que no país vizinho essa mosca tem um status de importância quarentenária (praga, sem controle, que pode causar impactos econômicos significativos na produção). Com a medida, levantamentos fitossanitários devem ser feitos com uso de armadilhas que atraem os insetos.

Para que esses produtos possam entrar na Argentina, os serviços de defesa agropecuária responsáveis por alguns municípios de São Paulo, da Bahia, de Goiás, Minas Gerais, do Paraná e do Rio Grande do Sul devem alterar seus procedimentos operacionais e as medidas fitossanitárias com base no plano de trabalho. 

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Fonte: AgroPlus

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