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Suspeito de envolvimento em roubo a casa da deputada Janaína é trazido do Acre para MT

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Cumprimento da prisão e transporte do suspeito teve apoio da Polícia Civil acreana
Com informações da PJC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso recambiou para o estado o suspeito de envolvimento no assalto à casa de uma deputada estadual, ocorrido no mês de dezembro, na Capital. O suspeito do crime foi preso na cidade de Epitaciolândia, região sul do Acre, no dia 8 de janeiro, e estava custodiado temporariamente na Capital, Rio Branco.

A prisão foi efetuada com apoio da Polícia Civil do Acre, que colaborou para o cumprimento do mandado relativo à Operação Judas Iscariotes conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá.

A polícia acreana também deu apoio operacional durante a condução do suspeito até a capital do estado e no transporte para a remoção a Cuiabá.

O roubo à casa da deputada estadual Janaína Riva ocorreu na madrugada de 24 de dezembro quando dois homens invadiram a residência da parlamentar no bairro Santa Rosa, na capital. Conforme relato das vítimas, os homens conseguiram abrir o portão eletrônico e seguiram para o quarto do casal, agindo com agressividade e truculência e apontando as armas. Foram levados da casa joias, celular e dinheiro.

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Durante as investigações presididas pelo delegado Guilherme Fachinelli, da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da capital, foram identificadas mais cinco pessoas envolvidas no crime, das quais três tiveram os mandados cumpridos durante a Operação Judas Iscariotes. Outras quatro foram presas em flagrante no dia do crime.

O suspeito preso no Acre foi encaminhado a uma unidade prisional de Cuiabá e permanecerá à disposição da justiça.

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MP pede afastamento de policial indiciado por participar de assalto

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Com informações do MP.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Vera (a 458km de Cuiabá), requereu o afastamento cautelar do policial militar Edmilson Alves Carvalho, indiciado por participação no roubo armado à agência dos Correios de Feliz Natal (a 536km da Capital), no dia 17 de fevereiro de 2020. O pedido consta em ação civil pública proposta nesta sexta-feira (21).

O promotor de Justiça Willian Oguido Ogama pediu que o afastamento seja oficiado à Polícia Militar de Mato Grosso até o julgamento final da ação por improbidade administrativa. Por fim, o MPMT pede a condenação do requerido à perda da função pública e ao pagamento de R$ 20 mil a título de dano moral coletivo, bem como a outras sanções previstas em lei.

O caso – Consta na ação que, após a realização de diligências, policiais militares localizaram um dos autores do roubo, Deyvid Alves Teixeira, que confessou ter participado do crime em conjunto com o policial militar Edmilson Alves Carvalho. Segundo Deyvid, ele foi intimidado pelo requerido, em razão de não possuir condições de saldar uma dívida que possuía com Edmilson, no montante de R$ 7,5 mil, divididos em três cheques de R$ 2,5 mil.

Deyvid relatou que ele e Edmilson foram até a agência dos Correios em uma motocicleta, com arma de fogo em punho, colocando todos os funcionários e clientes deitados no chão, usando muita violência e agressividade. Após a subtração de dinheiro e aparelhos telefônicos, retornaram à residência dele, tendo o policial militar dito que voltaria para fazer a divisão do dinheiro.

Em seguida, policiais militares se deslocaram até a residência do requerido, mas ele não foi localizado. Posteriormente, Edmilson compareceu na unidade do 4º Pelotão da Polícia Militar em Feliz Natal, quando foi preso em flagrante com uma das folhas de cheque no valor de R$ 2,5 mil.

Ao ser interrogado, Edmilson declarou que a última vez que havia falado com Deyvid havia sido na sexta-feira anterior ao crime. Contudo, conforme despacho elaborado pelo delegado de Polícia Federal, “em consulta ao celular apreendido com Deyvid, devidamente autorizado, constam ligações e mensagens apagadas entre este e o Edmilson Alves Carvalho, inclusive nos períodos próximos à ocorrência do crime, corroborando a versão de Deyvid, que imputa a participação de Edmilson Alves Carvalho”.

Em 18 de fevereiro Edmilson passou por audiência de custódia, na qual foi homologado o auto de prisão em flagrante e concedida liberdade provisória mediante o pagamento de fiança pelo policial.

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