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Sob o comando de Mauro Carvalho, PRD inaugura nesta segunda-feira sede estadual em Cuiabá com presença de autoridades políticas nacional e estadual

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Por Alisson Gonçalves

Na próxima segunda feira dia 10 de junho, o  (PRD) Partido da Renovação Democrática, irá marcar mais um marco em sua história política em MT, com a inauguração de sua sede estadual, que está localizada no bairro Goiabeira, na rua Eduardo Gomes número 64 em Cuiabá.

 

Sob o comando do presidente estadual, Senador Mauro Carvalho,  o evento contará com a presença ilustre do presidente nacional Ovasco Resende, do Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, dentre outras autoridades.

Na ocasião o partido também comemora a formação de 85 executivas municipais,  instaladas em várias cidades do estado,  em pouco mais de 40 dias de gestão do ex-chefe da Casa Civil Mauro Carvalho.

A sigla confirmou que  nesta eleição o partido terá 28 candidaturas a prefeito, e cerca de 37 vices, e dezenas de vereadores, demonstrando o crescimento e a representatividade do partido em todo o estado.

O partido tem se destacado no cenário político de Mato Grosso,  e tem nos seus quadros na executiva estadual, o ex presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga como secretário executivo.

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Em entrevista ao JB News, Neurilan Fraga, destacou a importância da inauguração da sede estadual em Cuiabá, e ressaltou o crescimento do partido em Mato Grosso. “Estamos muito felizes em inaugurar nossa sede estadual e comemorar a formação de 85 executivas municipais e 25 candidaturas a prefeito. Isso demonstra o avanço e a representatividade do PRD em todo o estado”, afirmou.

Segundo Fraga, o trabalho realizado pelo partido em pouco espaço de tempo foi extraordinário, já que o mesmo teve apenas 37 dias para montar as chapas em 85 municípios, apresentando candidaturas em várias cidades importantes do estado.

O senador Mauro Carvalho, presidente do partido, também falou sobre a importância do evento e a consolidação do PRD na política mato-grossense. “Estamos reunindo autoridades políticas e apoiadores para fortalecer ainda mais o nosso partido, e mostrar a força que temos em Mato Grosso. A inauguração da sede é mais um passo na consolidação do PRD como um partido relevante no cenário político estadual”, disse Carvalho.

“A inauguração da sede estadual não apenas simboliza o avanço do PRD, mas também reforça a importância de fortalecer a atuação e a presença do partido na política local”. Destacou Carvalho.

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O evento promete reunir não apenas líderes políticos e apoiadores do partido, mas também fortalecer as relações entre os membros e simpatizantes do PRD, em um momento de união e consolidação da legenda no estado de Mato Grosso. O evento está marcado para começar às 18:00 horas na capital.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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