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Sérgio Moro deve depor neste sábado na sede da PF

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Moro deve depor aos delegados, neste sábado, sobre as acusações de que o presidente Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. As acusações foram feitas quando ele anunciou sua saída do governo, há uma semana.

Manifestantes chegaram cedo na sede da PF para acompanhar a chegada do ex-ministro Sérgio Moro  — Foto: Giuliano Gomes/PR Press Manifestantes chegaram cedo na sede da PF para acompanhar a chegada do ex-ministro Sérgio Moro  — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Manifestantes chegaram cedo na sede da PF para acompanhar a chegada do ex-ministro Sérgio Moro — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

O inquérito foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e vai investigar se as acusações de Moro são verdadeiras. Se não forem, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

O depoimento foi determinado pelo ministro Celso de Mello, relator do caso, e será colhido presencialmente por delegados da PF e acompanhado pelos procuradores que tiveram autorização do ministro Mello. São eles: João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, Antonio Morimoto e Hebert Reis Mesquita.

De acordo com informações da RPC, Moro será ouvido em uma sala ampla com a distância recomendada por causa do coronavírus e com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

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Acusações de Moro

Mensagens trocadas pelo ex-ministro e reveladas pelo Jornal Nacional mostram que a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) tentou convencer Moro a permanecer no cargo, em meio à polêmica envolvendo a troca de comando da Polícia Federal.

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Empresa de MT é eleita melhor case em tecnologia

Prêmio Nacional

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Júri popular escolheu a tecnologia de rastreabilidade de algodão da ID-Cotton com 36% dos votos. Em segundo lugar, as empresas UpperBag e Unipac receberam cada uma 19%.

Empresa mato-grossense que atua na área de soluções tecnológicas voltadas para o agronegócio, ID-Cotton, foi a vencedora do prêmio nacional IoP Journal Award, 2020, entregue nesta quinta (12). Também disputavam outras empresas renomadas, como HP, Vale, UpperBag, Unipac e SIG Brasil.

Com o seu projeto de identificação por radiofrequência (RDIF) para rastreabilidade do algodão, no entanto, a ID-Cotton conquistou o primeiro lugar e se consagrou como Melhor Case do Ano. O diretor executivo da empresa, Flávio Tarasoff, afirmou que notícia foi recebida com muita alegria.

“Concorremos com grandes multinacionais. Já estávamos honrados em estar entre os 6 melhores cases e sermos consagrados por uma equipe de especialistas. Nos honra e nos dá muito orgulho e foco para seguirmos com o nosso trabalho levando não só o Estado de Mato Grosso, mas o Brasil a ser referência em tecnologia na rastreabilidade mundial do algodão”, disse.

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Empresa foi selecionada por júri composto pelos professores doutores Fernando Rangel de Sousa (UFSC), Glauco Fontgalland (UFCG), Jean Louis Silva Santos (IFS) e Marcelo Lubaszewski (UFRGS). Para ser vencedora, no entanto, foi submetida a júri popular e levou 36% dos votos. Em segundo lugar, as empresas UpperBag e Unipac receberam cada uma 19% dos votos.

“O Brasil não é apenas fornecedor de produtos agrícolas, mas também – e cada vez mais – de inteligência para o agronegócio mundial, graças a empresas como a ID-Cotton, vencedora como Melhor Case do Ano”, pontuou o fundador do IoP Journal, Edson Perin.

A tecnologia

Tecnologia de rastreabilidade do algodão desenvolvida pela ID-Cotton tem como principal objetivo combater as falhas na identificação e na marcação dos fardos colhidos. Ao eliminar as etiquetas manuais e planilhas manuscritas, é possível evitar a contaminação do beneficiamento e a redução da qualidade da pluma.

Coletores e sistemas desenvolvidos pela empresa são capazes de ler as etiquetas RFID dos rolinhos de algodão. Assim, informações são reconhecidas e sincronizadas por portal de gestão. Este, no mesmo sentido, faz a movimentação do produto da lavoura até a unidade de beneficiamento. Toda a origem do algodão é rastreada e certificada.

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