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Sérgio Moro deve depor neste sábado na sede da PF

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Moro deve depor aos delegados, neste sábado, sobre as acusações de que o presidente Bolsonaro tentou interferir no trabalho da PF e em inquéritos relacionados a familiares. As acusações foram feitas quando ele anunciou sua saída do governo, há uma semana.

Manifestantes chegaram cedo na sede da PF para acompanhar a chegada do ex-ministro Sérgio Moro  — Foto: Giuliano Gomes/PR Press Manifestantes chegaram cedo na sede da PF para acompanhar a chegada do ex-ministro Sérgio Moro  — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

Manifestantes chegaram cedo na sede da PF para acompanhar a chegada do ex-ministro Sérgio Moro — Foto: Giuliano Gomes/PR Press

O inquérito foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e vai investigar se as acusações de Moro são verdadeiras. Se não forem, o ex-ministro poderá responder na Justiça por denunciação caluniosa e crimes contra a honra.

O depoimento foi determinado pelo ministro Celso de Mello, relator do caso, e será colhido presencialmente por delegados da PF e acompanhado pelos procuradores que tiveram autorização do ministro Mello. São eles: João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, Antonio Morimoto e Hebert Reis Mesquita.

De acordo com informações da RPC, Moro será ouvido em uma sala ampla com a distância recomendada por causa do coronavírus e com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

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Acusações de Moro

Mensagens trocadas pelo ex-ministro e reveladas pelo Jornal Nacional mostram que a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) tentou convencer Moro a permanecer no cargo, em meio à polêmica envolvendo a troca de comando da Polícia Federal.

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Ministro Barroso diz que quem vai bater o martelo sobre a realização das eleições municipais em 2020 serão os sanitaristas

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JB News

O ministro Luís Roberto Barroso do Supremo TribunalFederal (STF) assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira 25, e em seguida afirmou quem vai bater o martelo sobre a realização das eleições municipais em 2020 serão os sanitaristas.

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Barroso diz que a decisão a respeito do tema deve ser tomada no final da primeira quinzena de junho, em conjunto com o Congresso, mas ele não cogita adiar as eleições em um primeiro momento, e nem coloca a prorrogação dos mandatos atuais em debate.

Segundo o ministro “A prorrogação de mandato é antidemocrática em si, porque os prefeitos e vereadores que lá estão, foram eleitos por um período de quatro anos. Faz parte do rito da democracia a realização de eleições periódicas e o eleitor ter a possibilidade de reconduzir ou não seus candidatos”, diz,.

Ressaltou  que uma eventual prorrogação de mandatos não encontra respaldo na Constituição, mas que poderia ser excepcionalmente autorizada por meio de emenda aprovada pelo Congresso Nacional.

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