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Seminário vai orientar prefeitos sobre encerramento de mandato e vedações no período eleitoral

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         A Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM está mobilizando os prefeitos para um seminário que vai orientar sobre os principais aspectos que devem ser observados no encerramento do mandato, as regras do pleito eleitoral e as mudanças decorrentes do cenário de pandemia. O Seminário Técnico: Final de Mandato e Vedações do Período Eleitoral será promovido pela Confederação Nacional de Municípios – CNM com o apoio da AMM. As inscrições são gratuitas para os municípios contribuintes e em dia com a CNM.

O evento será realizado por meio de plataforma on-line e será dividido por região. Os prefeitos de Mato Grosso e demais gestores do Centro-Oeste vão participar da capacitação de de 26 a 28 de agosto, das 15h às 17h (horário de Brasília). Serão três dias de evento, totalizando carga horária de seis horas. Todas as regiões do país serão contempladas no período de 24 de agosto a 10 de setembro.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, disse que o seminário vai abordar temas de grande importância para a gestão municipal, principalmente considerando a iminência do final de mandato e o contexto da pandemia. “Além disso, será uma oportunidade para esclarecer dúvidas sobre as vedações no período eleitoral e os procedimentos a serem adotados para cumprir todas as exigências legais”, assinalou.

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         Na oportunidade, consultores da área Jurídica da CNM vão esclarecer questões como: regras vigentes para o encerramento do mandato; limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF); cuidados no fechamento e na prestação de contas; conclusão de obras; itens a serem atendidos a fim de se evitar apontamentos junto aos órgãos de controle; alterações da Lei Complementar 173/2020 para a gestão municipal; e mudanças decorrentes do contexto da pandemia.

Os dois primeiros dias do evento contarão com palestras sobre os temas relacionados. Já o terceiro dia será destinado a responder às perguntas encaminhadas pelos participantes. Além das exposições sobre o tema do seminário, os gestores vão receber a cartilha eletrônica Último ano de mandato e uma publicação contendo as principais perguntas e respostas levantadas durante o evento.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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