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Seguindo regras da ONU, Governo de MT equilibra desenvolvimento econômico com sustentabilidade

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Em 131 metas da instituição mundial para 2030, 60 metas estaduais se alinham totalmente e 51 parcialmente

Jairo Sant’Ana

O Governo de Mato Grosso está alinhado à Organização das Nações Unidas (ONU). Mais de 85% das metas para o desenvolvimento estadual, inseridas Plano Plurianal (PPA) 2020-2023, atendem aos objetivos previstos pela instituição mundial para até 2030.

Os dados foram apresentados na manhã desta quarta-feira (08.06), durante o seminário de apresentação do Diagnóstico Situacional de Indicadores Alinhados aos Objetivos (mundiais) de Desenvolvimento Sustentável, reunindo representantes do Governo do Estado e do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), realizado no auditório Governador Garcia Neto.

Para o secretário-adjunto de Estado de Planejamento e Gestão de Políticas Pública, Sandro Brandão, esta realidade significa que estas metas estão sendo atendidas. “Fizemos um trabalho detalhado, avaliando todas os nossos programas e ações, demonstrando que estamos no caminho correto para desenvolver, atingir e manter todos estes números”, afirmou.

Segundo os dados apresentados pelo consultor do PNUD, o engenheiro ambiental Felipe Dias, entre os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS) da ONU – como erradicação da pobreza, educação de qualidade, redução das desigualdades, saúde e bem estar e igualdade de gênero, entre outros – sete estão 100% alinhados, quatro acima de 90% de alinhamento e seis acima de 50%.

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Os dados também mostram que das 169 metas dos ODS, 131 foram consideradas na avaliação feita pela equipe do PNUD. Deste total, 60 (46%) se alinharam totalmente, enquanto 51 (39%) se alinharam parcialmente. Apenas 20 não tiveram nenhuma correlação com os programas e ações elencados no PPA mato-grossense.

Na opinião de Sandro Brandão, para se atingir os objetivos programados pela ONU a palavra-chave é equilíbrio “Isto é, harmonia entre desenvolvimento econômico, preservação ambiental, justiça social, qualidade de vida da população e uso racional dos recursos naturais. E desta forma que estamos agindo”.

Participaram do seminário, além do secretário-adjunto da Seplag (Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão), a coordenadora do Escritório Local de Projetos do PNUD, no Pará, Vanessa Fernandes Gonçalves; a coordenadora do Núcleo de Assuntos Internacionais da Casa Civil, Rita Chiletto; e Eduardo Chiletto, coordenador nacional do PAGE (Partnership for Action on Green Economy, cuja tradução para o português é Parceria para Ação em Economia Verde).

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Seminário em Cuiabá capacita gestores e contabilistas para a elaboração de orçamentos públicos

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JB News

Cuiabá sedia nos dias 13 e 14 de maio o 2º Seminário de Contabilidade Pública – Orçamento Público: do planejamento à entrega de resultados, evento promovido pela Associação Mato-grossense de Contadores Públicos em parceria com a ATAME, assessoria especializada em ações de formação e capacitação no setor público.

O Presidente da AMCP, Luiz Mário de Barros, destaca a importância da elaboração correta do orçamento público, alicerce estratégico de qualquer gestão. “É por meio do orçamento que as diretrizes de governo se convertem em políticas públicas efetivas e o desenvolvimento local ganha materialidade. Contudo, a complexidade da execução orçamentária e a rigorosa pressão pela conformidade legal tornaram o ciclo PPA, LDO e LOA um desafio constante para contadores, planejadores e parlamentares. Lacunas no planejamento costumam resultar em baixa eficiência na aplicação de recursos, apontamentos pelos órgãos de controle e, primordialmente, na perda de oportunidades para a sociedade”.

O auditor do TCE-MT Francisney Liberato, palestrante e coordenador pedagógico do seminário, ressalta a importância desta capacitação focada na elaboração dos orçamentos públicos, que objetiva contribuir para que os gestores, auditores e contabilistas superem uma barreira fundamental: a distância entre o que se planeja e o que se entrega.

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“Este seminário foi criado para fechar essa lacuna. Essa é a maior dor de quem trabalha com orçamento público pois um Plano Plurianual que não dialoga com a Lei de Diretrizes e a Lei Orçamentária Anual, está fora da realidade, contraria as recomendações e normas do Tribunal de Contas, e quem paga a conta é a população pois não terá os serviços e políticas públicas previstos no orçamento”, afirma o auditor.

Em dois dias de imersão, contadores, secretários de finanças, gestores municipais e auditores vão aprender, na prática, como estruturar um ciclo orçamentário sólido — com segurança jurídica e até inteligência artificial aplicada ao gasto público.

O seminário terá a presença de palestrantes do mais alto nível: Conselheiros do TCE-MT, o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas e um Juiz do TJ-MT. E no segundo dia, três oficinas práticas intensivas — com vagas limitadas.

Entre os palestrantes estão o conselheiro do TCE-MT Antonio Joaquim; o conselheiro Waldir Júlio Teis, mediador de um dos painéis de debate; o auditor do TCE e professor Francisney Liberato; o Procurador-geral do Ministério Público de Contas, William Brito; o Contador Geral de Cuiabá, Eder Galiciani; a diretora técnica de Planejamento Estratégico da Prefeitura de Cuiabá, Silvina Maria dos Anjos; o Secretário Adjunto do Orçamento Estadual da Sefaz-MT, Ricardo Capistrano; o juiz do TJ-MT, Vinícius Paiva Galhardo e o Gestor Governamental do Estado de Mato Grosso, Cícero Rodrigues Garcia.

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