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‘Saúde bastante fragilizada’, diz médica da vítima letal de varíola

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Primeira morte pela doença foi confirmada no Brasil nesta sexta-feira (29)
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Primeira morte pela doença foi confirmada no Brasil nesta sexta-feira (29)

O brasileiro vitimado por um quadro de varíola dos macacos , a monkeypox, tinha um quadro de saúde bastante delicado mesmo antes de testar positivo para a doença infecciosa — já identificada em mais de mil brasileiros — afirmou a diretora do hospital em Belo Horizonte, onde ele estava internado.

Em entrevista ao GLOBO a médica infectologista Virginia Andrade afirmou que o homem de 41 anos passou por uma quimioterapia recente em decorrência de um linfoma. O tratamento o colocou em estágio de neutropenia, nome que se dá a baixa contagem de um tipo de células de defesa, os neutrófilos.

“A quimioterapia faz isso, ela tem essa possibilidade de evoluir dessa forma. Ele ficou internado por 14 dias. A hospitalização ocorreu em decorrência do monkeypox, mas já com uma saúde bastante fragilizada”, explica a médica. — “A quimioterapia deixou ele bastante vulnerável. O monkeypox foi um dado dentro desse contexto, provavelmente ele evoluiria dessa maneira mesmo que não tivesse essa infecção”.

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Virginia explicou que, embora no Brasil não exista opção terapêutica para tratar a doença — mas sim seus sintomas — existe um antiviral na literatura médica (o tecovirimat) descrito como útil para tratar a doença.

“Como raramente há complicações, é menos provável que tenhamos a necessidade dessa indicação. Neste caso, em específico poderia ser útil. A condução do tratamento da doença é com remédios para dor, para coceira, se houver, para a febre e hidratação. É importante também fazer o diagnóstico específico, pois para outras doenças, caso da sífilis, há tratamento”.

Ela explica, por fim, que pacientes em situação semelhante, em cuidados oncológicos, ou que apresentem imunossupressão, não descuidem das medidas de proteção não-farmacológicas. Caso do uso de máscara, higiene das mãos e mantendo distanciamento.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil registra 37 mortes por covid-19 em 24 horas

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Em 24 horas, foram registrados 4.429 novos casos de covid-19 no Brasil. No mesmo período, houve 37  mortes de vítimas do vírus. O Brasil soma desde o início da pandemia 681.437 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado neste domingo (14), pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 34.170.286.

Ainda segundo o boletim, 32.993.386 pessoas se recuperaram da doença e 495.463 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de óbitos em Mato Grosso do Sul, do Distrito Federal, do Maranhão e de Minas Gerais. Já os estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro, Roraima, Rio Grande do Norte e Tocantins não atualizaram nem o número de casos nem de morte.

Estados

Segundo os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,97 milhões, seguido por Minas Gerais (3,85 milhões) e Paraná (2,71 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (147,5 mil). Em seguida, aparecem Roraima (173,9 mil) e Amapá (177,7 mil).

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Em relação às mortes, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, São Paulo apresenta o maior número (173.652), seguido de Rio de Janeiro (75.162) e Minas Gerais (63.257). O menor total de mortes situa-se no Acre (2.025), Amapá (2.155) e Roraima (2.165).

Boletim Epidemiológico Boletim Epidemiológico

Boletim Epidemiológico – 14/08/2022/Divulgação Ministério da Saúde

Vacinação

De acordo com os últimos dados divulgados, foram aplicadas 471,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 178,7 milhões com a primeira dose e 159,8 milhões com a segunda dose. A dose única foi aplicada em 4,9 milhões de pessoas. Outras 104,4 milhões já receberam a primeira dose de reforço, e 18,9 milhões receberam a segunda dose de reforço.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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