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Redes sociais: Aliada ou vilã na corrida eleitoral?

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Juliana Queissada

Redes sociais influenciam voto de 45% da população

Barack Obama foi o candidato que conseguiu revolucionar a forma de fazer campanha. (Imagem: Unsplash).

 

Em ano eleitoral, muitos políticos aproveitam o momento para divulgarem as suas campanhas nas redes sociais para alcançar um maior número de pessoas e futuros eleitores. É importante frisar que existem algumas regras que devem ser observadas por pré-candidatos e candidatos, em consonância com o que pode impactar e chamar a atenção do público. De acordo com uma pesquisa do DataSenado, redes sociais influenciam voto de 45% da população.

 

Outro fator importante é entender a diferença de Marketing Digital Corporativo e o Político. A campanha do político, por sua vez, está focada no produto que se remete ao próprio candidato e nas suas ideias. Na política, o produto fala por si, ou seja, a pessoa a se eleger apresenta o seu diferencial perante os concorrentes e os benefícios que pode oferecer à comunidade.

 

“Os políticos ao usarem estratégias do Marketing Digital precisam ter em mente que se não bem elaboradas, trazem resultados tanto positivos, quanto negativos. Os candidatos podem usufruir de propagandas na TV, Rádios, Portais, Podcasts e Redes Sociais. Na campanha e no discurso, os métodos do Marketing Digital podem destacar o político e fazer com que ele se sobressaia e dispare na frente de outros candidatos”, explicou Erivam Bandini, Sócio Diretor da Box Ideias. 

 

De acordo com a Pesquisa Panorama Político 2022 do DataSenado, 25% dos entrevistados admitem que as redes sociais são a principal fonte sobre política. Desses, 35% buscam informações no Facebook, seguido do Instagram com 27%; Youtube com 16%, Whatsapp com 8% e Twitter com 7%. Ainda segundo a pesquisa, 74% dos usuários de redes sociais desconfiam que já viram ou receberam alguma notícia falsa nesses canais. 90% dos entrevistados afirmaram que usam redes sociais, o que pode chegar a universo de 117 milhões de pessoas com mais de 16 anos.

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A internet pode ser um ótimo suporte para a imagem de um político, ou ainda ser prejudicial. Por isso é muito importante se atentar sobre o discurso que pretende compartilhar e sobre as regras na internet. O DJe (Diário da Justiça Eletrônico) publicou neste ano a Resolução 23.610 que dispõe sobre as regras da propaganda eleitoral. Segundo a resolução, é livre a manifestação de pensamento de um eleitor através da internet. Neste meio, a campanha será limitada caso ofenda a honra ou a imagem dos demais políticos, partidos, federações partidárias, ou publicar notícias falsas.

 

“Políticos que pretendem investir em Marketing Digital precisam contar com um profissional especializado para atender as expectativas de uma campanha eleitoral, e que saiba administrar o fundo partidário de acordo com o valor para cada campanha”, explicou Rodrigo Prata, Sócio Diretor da Box Ideias.

 

No histórico de política, muitos candidatos se destacaram ainda mais pela força da internet, onde conseguiram alcançar em uma escala mais rápida um maior número de eleitores. Como exemplo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é um dos melhores referenciais de potencial de que o Marketing Digital tornou a campanha mais forte e positiva. No Brasil, neste ano, de acordo com dados da Bites (Plataforma de dados), o presidente Bolsonaro fechou 1º trimestre de 2022 com 21 milhões de seguidores a mais que Lula, considerando Twitter, Instagram e Telegram.

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“Vale ressaltar que não basta divulgar as suas metas e campanhas, mas mostrar a realidade do assunto que atenda os interesses da população. Para isso, divulgar uma campanha com números reais que deem embasamento a ação é de extrema importância. E como o produto divulgado pode ser o próprio candidato, manter a audiência é fundamental, a partir de expressar empatia, clareza e veracidade em suas palavras”, finalizou Raphael Oliveira, Sócio Diretor da Box Ideias.

 

Sobre a Box Ideias:

A Agência de Marketing e Tecnologia, Box Ideias, com sede em Maringá-PR, foi fundada em 2016 pela parceria de três sócios, Raphael Oliveira, Rodrigo Prata e Erivam Bandini. Os empreendedores atenderam mais de 100 marcas como: Hypera Pharma, Engov, Mantecorp, Nesina, Neo Química, Vitasay, Tamarine, Amend, Smart Fit, Softys, Revest Acabamentos, Bolamel, entre outras, com um serviço B2B. A caixa de ideias expande e se transforma. A Box está em constante evolução, construção e relacionamento para oferecer as melhores metodologias de Marketing para as empresas de qualquer segmento, a fim de levar os melhores resultados pela soma das mídias e estratégias segmentadas (online ou offline). A Box Ideias possui as soluções de: Marketing de Performance, Criação de conteúdo, Gestão de tráfego pago, desenvolvimento e evolução de plataformas de e-commerce (principalmente VTEX) e Branding. Saiba mais, aqui!

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Prazo para governo assinar TAG sobre auditoria de receita pública vai até 24 de agosto

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A efetividade da auditoria sobre a receita pública estadual, que apontou 44 fragilidades dentro de 16 grandes achados nas áreas de administração fazendária, renúncias de receita, exportação e gestão de dívidas, depende da contrapartida do Governo Estadual – do qual se aguarda a celebração de um Termo de Ajustamento de Gestão com o Tribunal de Contas de Mato Grosso. Esse TAG contemplaria um plano de ação para a implementação das recomendações, com a designação dos responsáveis pela execução das medidas no âmbito das Secretarias de Fazenda, Desenvolvimento Econômico, Segurança Pública, Procuradoria Geral do Estado e Metamat.

A auditoria operacional foi julgada na sessão plenária do dia 26 de abril deste ano e aprovada por unanimidade. Na decisão ficou estipulado o prazo de 120 dias para a apresentação do plano de ação. O prazo se encerra no dia 24 de agosto. “A auditoria de receita não teve foco em irregularidades, mas sim em fragilidades que podem ser corrigidas e que vão melhorar a arrecadação e gestão fiscal do Estado. Teve um caráter de contribuição. Foi realizada com apoio do próprio Governo Estadual, além de buscar informações junto aos principais setores produtivos, a exemplo da Fecomércio, Famato, Fiemt e Aprosoja”, explicou o conselheiro Antonio Joaquim, que foi relator do processo.

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Segundo o conselheiro, há grande expectativa de setores como o agronegócio para com a assinatura do TAG, pois a auditoria indicou muitos pontos de melhoria que também beneficiam o setor de exportação. “Isso vem sendo noticiado pela imprensa. Outro dia a Aprosoja apresentou demandas por modernização de processos na SEFAZ. Além disso, técnicos dessa entidade têm utilizado os resultados da auditoria como referência em palestras e também já me manifestaram a expectativa pela assinatura do TAG”, informou o conselheiro. 

No mês passado, no Palácio Paiaguás, em reunião a convite do governador Mauro Mendes com conselheiros do TCE, Antonio Joaquim lembrou a necessidade da assinatura do Termo de Ajustamento de Gestão. Presente na reunião, o secretário chefe da Casa Civil, Rogério Gallo, então titular da SEFAZ á época da aprovação da auditoria, reafirmou a importância dessa contribuição do TCE.

A auditoria operacional da receita pública estadual foi um trabalho inédito no âmbito da fiscalização e seguiu orientação nacional da Associação dos Tribunais de Contas do Brasil. Historicamente, as cortes de contas se debruçavam mais nos controles de despesa. “Foi um trabalho de um ano e meio, com um resultado muito rico de informações e análises sobre as fragilidades encontradas. Contribui diretamente com a sustentabilidade fiscal do Estado ao propor soluções e, melhorando todo o contexto da receita pública, impactará na viabilização das políticas públicas”, registrou o conselheiro.

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O conselheiro Antonio Joaquim citou, inclusive, um dos aspectos abordados pela auditoria, que recomendou a criação do Cadastro Estadual de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Mineração, com previsão de cobrança de taxa para o setor, conforme processo administrativo elaborado pela própria Metamat e cujo projeto precisa ser encaminhado para a Assembleia Legislativa. Em decisão recente do Supremo Tribunal Federal, foram declaradas válidas leis estaduais que impõem taxas de fiscalização da mineração nos Estados do Pará, Minas Gerais e Amapá.

Para o conselheiro, a celebração do TAG reforça essa nova forma de atuação do Tribunal de Contas, que busca contribuir com a melhoria da administração pública, não ficando restrito apenas na obrigação constitucional de fiscalizar e julgar a gestão dos recursos. Antonio Joaquim lembrou que na sessão de aprovação da auditoria de receita, todos os conselheiros foram unânimes ao destacar os benefícios da iniciativa para o Estado de Mato Grosso. Aliás, este é o foco da atual direção do TCE-MT, voltada para a qualificação e aperfeiçoamento da gestão dos entes fiscalizados.

 

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