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Primeira-dama Kika Dorilêo se torna madrinha de honra das redeiras de Limpo Grande

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Primeira-dama Kika Dorilêo se torna madrinha de honra das redeiras e incentiva produções de peças artesanais

E para mostrar que o trabalho das artesãs é diversificado, a primeira-dama pediu para que fosse feito um revestimento para ser usado em uma peça que será exposta em sua varanda.

 

A primeira-dama de Várzea Grande – Promotora de Justiça Kika Dorileo Baracat –  se tornou uma madrinha de honra das redeiras do distrito de Limpo Grande, onde são confeccionadas as redes várzea-grandenses e outros produtos artesanais que tem atraído a atenção de muita gente do meio artístico, uma vez que as peças produzidas no local enchem os olhos de beleza e singularidade.

Para fortalecer e divulgar esta cadeia, recentemente, foi construída a pedido da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, através da ação da primeira-dama do município, Kika Dorileo, juntamente com a Associação das Redeiras de Várzea Grande, e a estilista Marta Medeiros, a parceria para a divulgação, fomento e valorização das peças.

“Martha Medeiros é reconhecida internacionalmente por ter transformado a renda nordestina em lindas e valorizadas peças de vestuário. Ela mostrou também apreço ao nosso artesanato e tenho certeza de que vai apresentar ao Brasil os produtos confeccionados em Várzea Grande”, comemorou Kika Dorileo.

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E para mostrar que as o trabalho das redeiras é diversificado a primeira-dama do município, pediu para que fosse feito um revestimento para ser usado em uma cadeira espreguiçadeira, bastante usada em área externa de residência – ou em local ideal para passar momentos de lazer em família. “Eu encomendei a peça para a redeira Giva e destaquei o meu desejo por imagens de animais nativos do nosso pantanal, e a partir de minha ideia, a artesã criou o desenho de uma arara, considerada uma das mais belas aves do pantanal. É de encher os olhos de tanta beleza, além de ser mais um produto que poderá ser confeccionado pelas artistas da Comunidade de Limpo Grande, diversificando o artesanato local. Me surpreendi pela proposição da forma da cadeira que se tornou uma peça de arte e que estará exposta em minha varanda”.

Kika Dorileo disse que antes de ser entregue a peça ficou exposta na Casa De Artes e que chamou a atenção das pessoas que visitam o local, bem como de servidores que trabalham na Prefeitura Municipal. “Muitas das pessoas que vieram falar comigo disseram que possui em sua residência espreguiçadeiras e que aprovaram a combinação da madeira e do tear. Essa é a prova de que uma peça, embora rústica, pode ser também uma peça de decoração luxuosa” comemorou a primeira-dama destacando que as redeiras de Limpo Grande em breve estarão confeccionando novas peças do produto uma vez que agradou a todos.

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“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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JB News

por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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