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Prêmios FNA 2020 e Arquiteto e Urbanista do Ano estão com indicações abertas 

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Sindicatos de arquitetos e urbanistas e entidades da área de todo o Brasil ainda podem fazer suas indicações ao 15° Prêmio Arquiteto e Urbanista do Ano e ao Prêmio FNA 2020, promovidos pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA). O período de indicações para ambos se encerra em 28 de setembro. A consagração dos vencedores ocorrerá durante o 44° Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ENSA) que neste ano será realizado em formato digital, contemplando muitos conteúdos e debates, que tradicionalmente fazem parte do evento. O período de realização do ENSA-Digital será de 1 a 6 de dezembro de 2020.

15° Prêmio Arquiteto e Urbanista do Ano vai premiar um (1) profissional ou iniciativa que tenha se destacado ao longo do ano em atividades vinculadas ao aperfeiçoamento, fortalecimento e reconhecimento da função social da profissão. Neste prêmio, apenas sindicatos de arquitetos e urbanistas poderão fazer suas indicações de profissionais ou ações vinculadas ao setor público, privado ou terceiro setor e em todas as áreas de atuação profissional. As indicações podem ser feitas acessando o link https://forms.gle/EWfXsXuE69xCqikB7.

De acordo com a arquiteta e urbanista Valeska Peres Pinto, integrante do Conselho Consultivo da FNA e do Conselho Curador responsável pela avaliação dos trabalhos inscritos, diversos aspectos serão analisados nas indicações, como a relevância da obra ou do conjunto da obra, os impactos nas áreas científica, política, social e tecnológica, além do alcance social e comunitário. “Com esta premiação, buscamos reconhecer iniciativas na área da Arquitetura e Urbanismo que promovam melhorias para a sociedade e que contribuam para o fortalecimento da profissão”, destaca Eleonora Mascia, presidente da FNA.

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No Prêmio FNA 2020, em sua 3° edição, serão escolhidos três (3) trabalhos que destaquem pessoas, organizações, eventos ou obras de profissionais, arquitetos e urbanistas ou de outras áreas de todo o Brasil, cujas ações estejam alinhadas com a entidade. As indicações a este prêmio poderão ser feitas por sindicatos, entidades profissionais e entidades parceiras da pauta de atuação da FNA. Basta clicar no link https://forms.gle/GvzBi1hgeMUJ3ZiK8 . “O prêmio criado em 2018 tem o objetivo de reconhecer iniciativas com impacto social e que tornem melhor a vida de todos”, pontua a presidente da FNA.

O prazo final para o registro das indicações em ambos os prêmios será no dia 28 de setembro de 2020, e a escolha dos vencedores ocorrerá no dia 13 de outubro, em reunião do Conselho Curador da FNA, formado pela presidente da FNA, Eleonora Mascia, e pelos ex-presidentes Newton Burmeister (1986-1988), Orlando Carielo (1988-1989), Valeska Peres Pinto (1989-1995), Kelson Senra (1995-1998), Eduardo Bimbi (1998-2003), Ângelo Arruda (2004-2010), Jeferson Salazar (2010-2016) e Cícero Alvarez (2017-2019).

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As indicações devem ser realizadas mediante o preenchimento do formulário eletrônico também disponibilizado no site da FNA. O Conselho Curador analisará o preenchimento adequado do formulário e confirmará o recebimento da indicação até o dia 5 de outubro de 2020.

 

Regulamento Prêmio FNA 2020

Regulamento 15 Prêmio Arquiteto e Urbanista do Ano

Cronograma – 15° Prêmio Arquiteto e Urbanista do Ano e Prêmio FNA 2020

28/09 – Prazo final para recebimento das indicações

05/10 – Prazo final de análise da conformidade dos formulação e confirmação das inscrições das candidaturas aos prêmios

13/10 – Reunião do Conselho Curador para escolha do Profissional ou equipe laureada e data da divulgação do Profissional ou equipe escolhido

1 a 06/12 – Entrega dos prêmios aos vencedores durante o 44° ENSA – Digital

Carolina Jardine

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Secretários de Saúde pedem toque de recolher nacional e Mourão afirma que a solução é acelerar a vacinação

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COMBATE AO CORONAVIRUS

Secretários de Saúde pedem toque de recolher nacional e Mourão afirma que a solução é acelerar a vacinação e campanhas de conscientização

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, divulgou nessa segunda-feira (01.03) uma carta com o pedido de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde por causa do aumento dos casos de Covid-19 em todo o Brasil.

Entre as medidas pedidas pelos secretários de Saúde estão um toque de recolher nacional entre às 20h e às 6h, a suspensão das atividades presenciais em todos os níveis da educação e o fechamento de praias.

E também ainda a instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, “considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual”, e a proibição de eventos presenciais como atividades religiosas em todo o território nacional. Em alguns estados do país, as atividades religiosas são consideradas serviços essenciais e, por isso, mantêm o funcionamento mesmo diante da adoção de um lockdown.
Leia a íntegra da Carta do Conselho Nacional de Secretários de Saúde

CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE SAÚDE À NAÇÃO BRASILEIRA

O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela COVID-19.
Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as
regiões, estados e municípios.

Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram
perdidas e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade.

A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e
implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se
intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval.

O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do
vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela
suspensão do auxílio emergencial.

O recrudescimento da epidemia em diversos estados 6leva ao colapso de suas redes
assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do
Brasil. Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não
permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo.

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O atual cenário da crise sanitária vivida pelo país agrava o estado de emergência nacional
e exige medidas adequadas para sua superação. Assim, o Conselho Nacional de
Secretários de Saúde (CONASS) manifesta-se pela adoção imediata de medidas para
evitar o iminente colapso nacional das redes pública e privada de saúde, a saber:
a) Maior rigor nas medidas de restrição das atividades não essenciais, de acordo com
a situação epidemiológica e capacidade de atendimento de cada região, avaliadas
semanalmente a partir de critérios técnicos, incluindo a restrição em nível máximo
nas regiões com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação no
número de casos e óbitos. Para tanto, são necessárias:
– A proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades
religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional;
– A suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do país;
– O toque de recolher nacional a partir das 20h até as 6h da manhã e durante os
finais de semana;
– O fechamento das praias e bares;
– A adoção de trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto
no privado;
– A instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, considerados o
fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual;
– A adoção de medidas para redução da superlotação nos transportes coletivos
urbanos;
– A ampliação da testagem e acompanhamento dos testados, com isolamento dos
casos suspeitos e monitoramento dos contatos;
b) O reconhecimento legal do estado de emergência sanitária e a viabilização de
recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e
Municipais de Saúde para garantir a adoção de todas as medidas assistenciais
necessárias ao enfrentamento da crise;
c) A implementação imediata de um Plano Nacional de Comunicação, com o objetivo de
reforçar a importância das medidas de prevenção e esclarecer a população;
d) A adequação legislativa das condições contratuais que permitam a compra de todas
as vacinas eficazes e seguras disponíveis no mercado mundial;
e) A aprovação de um Plano Nacional de Recuperação Econômica, com retorno
imediato do auxílio emergencial.
Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos
governadores e prefeitos se for estabelecido no Brasil um “Pacto Nacional pela Vida” que
reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das
grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e
determinação legislativa do Congresso Nacional.
Carlos Lula
Presidente do Conass O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira (02.03) que ‘não adianta querer impor’ medidas nacionais para restringir a circulação de pessoas e tentar reduzir os casos de Covid-19. Para ele, a solução é acelerar a vacinação e realizar de campanhas de conscientização da população.

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Mourão respondeu ao ser questionado sobre a carta do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) que sugeriu medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19.

“Cada população tem sua característica, se você analisar o país são cinco países diferentes em um só, o Norte é uma coisa, Nordeste é outra, etc e tal. Então, não adianta você querer impor algo nacional. E aí como é que você vai fazer isso para valer? A imposição? Nós não somos ditadura. Ditadura é fácil, sai dando bangornada em todo mundo”, e encerrou, considerando que o caminho para redução dos casos seria realizar uma campanha de conscientização e acelerar a vacinação.

“Acho que tem que haver uma campanha em todos os níveis de conscientização da população. Acho também que tinham que ter alguma atitude em relação ao transporte urbano, acho que nenhum gestor se preocupou muito com isso aí. É por aí. E conseguir acelerar as vacinas. Acelerando as vacinas a coisa anda de forma boa”.

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