VÁRZEA GRANDE
Prefeitura de VG e UNIVAG formam parceria para atendimento médico e odontologico
Visando retomar os atendimentos e tratamento de outras enfermidades que afligem a população e que estavam suspensas por causa da centralização ao combate a pandemia da COVID 19, levaram a Prefeitura de Várzea Grande e o Centro Universitário – UNIVAG a reforçarem a parceria já existente e abrirem para atendimentos a população que for regulada após passarem nas unidades de saúde municipais.
Os casos das áreas de Cardiologia, Ginecologia inclusive de risco, Infectologia, Pediatria, Ortopedia, Neurologia, Endocrinologia, Pneumologia, Reumatologia, Fisiatra, Psiquiatria, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia e Odontologia serão encaminhados após estarem no SISREG – Sistema de Regulação, que é feito nas unidades de saúde municipais, passarão por uma triagem para que haja ordenamento nas consultas evitando aglomerações e contatos desnecessários para então serem atendidos a partir da semana que vem.
A prefeita Lucimar Sacre de Campos sinalizou que o UNIVAG sempre foi parceiro da administração municipal e promove muitos atendimentos em várias áreas como saúde, educação, social, justiça entre outras promovendo uma política social e participando ativamente do dia a dia da segunda maior cidade de Mato Grosso.
Ela lembrou da atuação de estudantes de Arquitetura que reformam espaços públicos em Centros Municipais de Educação Infantil (Creches) e nas Escolas Municipais de Educação Básica – EMEBs para atender alunos da rede públicas municipais.
“Vamos utilizar a Clínica Ampliada deles para promover os atendimentos que estavam suspensos por causa da COVID 19 e retomar os atendimentos para aqueles que necessitam e acabam prejudicados pela pandemia”, disse a prefeita de Várzea Grande, frisando que a intenção do administração é promover o retorno a normalidade, mas necessita, para isto, que as pessoas se conscientizem e cumpram com seu papel de isolamento social quando possível ou de distanciamento e regras de segurança quando necessitam trabalhar e se relacionar com outras pessoas.
Os secretários municipais de Saúde, Diógenes Marcondes e de Governo, Kalil Baracat, visitaram as instalações da Clínica Ampliada do Centro Universitário de Várzea Grande – UNIVAG e acompanhados do vice-reitor, Flávio Henrique dos Santos Fogel conheceram as instalações ponderando que os atendimentos serão feitos pelos professores que são médicos doutores e por acadêmicos dos cursos de medicina e odontologia que se encontram em residência médica, ou seja, já realizando atendimentos dos casos e especialidades para as quais estudaram.
“Por causa do risco alto de contaminação da COVID 19, a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde, recomendaram que todos os procedimentos, atendimentos e até mesmos cirurgias eletivas (aquelas que não são de urgência e emergência), fossem suspensas até o controle da doença, o que pode se estender além dos prazos iniciais, então como já realizamos atendimento na Clinica Ampliada do Curso de Medicina do UNIVAG, vamos retomar estas atividades com mais força nos atendimentos de casos que não do COVID 19 e com mais rigor e controle”, disse o secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes.

O secretário de Governo de Várzea Grande, assinalou que a parcerias de sucesso que a administração da prefeita Lucimar Sacre de Campos constrói são voltadas para um único objetivo, atender a população e trabalhar na construção de uma Várzea Grande melhor para todos.
“Isto se chama cidadania, ou seja, utilização de um aparato privado de ensino que sempre obtém as melhores notas de avaliação do Ministério da Educação para as áreas médicas e odontológicas, se une a Prefeitura Municipal para construir soluções para atender a população, aqueles que necessitam do Sistema Único de Saúde – SUS, de forma gratuita e eficiente para cuidar da saúde dos demais. Essa ação demonstra o compromisso da prefeita Lucimar Sacre de Campos e da UNIVAG por uma saúde pública de melhor qualidade, mais humana e mais presente. São com medidas desta natureza que iremos mudar este quadro que aí está e debelar esta pandemia”, disse Kalil Baracat.
O vice-reitor do Centro Universitário de Várzea Grande, Flávio Henrique dos Santos Fogel, sinalizou que o interesse da instituição vai mais além do que formar profissionais em diversas áreas superiores, como também contribuir de forma decisiva para a consolidação de Várzea Grande como uma metrópole, com serviços de qualidade e eficientes.

“Se todos ajudarem enquanto participantes da mesma sociedade, com certeza venceremos mais este obstáculo e com a participação de todos”, assinalou o vice-reitor.
Antes de concluírem a visita os secretários municipais e o vice-reitor do UNIVAG, reafirmaram a necessidade das pessoas se conscientizarem e utilizarem os meios de segurança, não apenas de suas vidas, mas da vida daqueles que convivem com eles. “Usem máscaras cotidianamente, luvas quando necessitarem, água e sabão e mais álcool gel, além do distanciamento de 1,5 metros de quem necessita se relacionar com demais pessoas ou fiquem em casa em home office para os que podem”, disseram.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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