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Prefeitos exaltam atuação de Max Russi em entrega de veículos e equipamentos

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Parlamentar citou apoio da Assembleia Legislativa como fundamental para implementação de políticas públicas em todas as áreas

Prefeitos de diversos municípios de Mato Grosso, contemplados com máquinas, equipamentos, ônibus escolares, notebooks e veículos, entregues pelo Governo do Estado nesta quinta-feira (01), também atribuíram as conquistas à atuação do deputado estadual Max Russi (PSB), que participou das entregas no estacionamento da Arena Pantanal. Com a ação, estão sendo atendidas as áreas da Infraestrutura, Agricultura Familiar e Desenvolvimento Econômico de todas as regiões.

General Carneiro, por exemplo, foi contemplada com dois ônibus escolares que, segundo o prefeito Marcelo Aquino(PL), além de possibilitar o acesso dos estudantes de comunidades distantes à escola pública, trará mais tranquilidade às famílias.

“General Carneiro, com linhas que somam mais de 600 quilômetros diários, com ônibus de 2008, agora sendo contemplada com esses ônibus para transporte escolar. Agradecer ao governador Mauro Mendes por atender aos pedidos do deputado Max e realmente vamos entrar 2023 com uma frota nova, para atender aos nossos alunos”, comemorou.

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Novo São Joaquim, além de novos veículos para atender o sistema educacional, também recebeu uma caminhonete. Quem está otimista é o prefeito Leonardo Zampa (PL).

“Além de melhorar a qualidade de estudo das nossas crianças, com o recebimento desses ônibus, essa caminhonete vai auxiliar nos trabalhos da nossa agricultura familiar. Só temos a agradecer ao governador Mauro Mendes e ao deputado Max Russi, que têm ajudado no fortalecimento do nosso município”, celebrou.

No total, foram entregues 7 mil notebooks; 340 ônibus escolares; 68 máquinas e veículos; 15 Hilux; 15 L200; 15 pick-ups Strada; além de equipamentos e tratores para a Agricultura Familiar.

Para o deputado Max Russi, que já foi prefeito de Jaciara e tem parte de sua atuação pautada no municipalismo, o governador Mauro Mendes dá sequência a um passo importante, no atendimento aos diversos segmentos.

O parlamentar lembra que o Executivo Estadual, no início da gestão, precisou tomar medidas duras, avalizadas pelo parlamento e que hoje geram resultados. “A Assembleia Legislativa tem uma participação efetiva nisso tudo e, graças a essa atuação conjunta com o Governo Estadual, os resultados estão aparecendo e quem ganha, com essas políticas públicas, é a cidadão que está lá na ponta”, avalia Max Russi

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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