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Prefeito Kalil Baracat anuncia pagamento do salário de março e investimentos em obras públicas para manter aquecida a economia local durante a pandemia

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Em reunião com a equipe econômica, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, anunciou o cumprimento integral do Calendário de Salários de 2021 e sinalizou que todas as atenções estão voltadas para a saúde por causa da pandemia da COVID 19, mas vai manter obras e investimentos para fomentar a economia local e amenizar a desaceleração da economia decorrente da quarentena.

“Estamos pagando o salário dos servidores públicos nesta segunda-feira, 29, o que vai injetar mais de R$ 31 milhões na economia local, aquecer a economia da segunda maior cidade de Mato Grosso, pois esses valores vão circular no comércio e na indústria”, disse Kalil Baracat
Conforme dados das Secretarias, de Planejamento e também de Gestão Fazendária, o ano de 2021 vem sendo marcado ainda mais pela pandemia, que se agrava dia após dia, mas mesmo sob um cenário complexo, o Município segue cumprindo à risca todas as suas obrigações, especialmente em relação a investimentos, fornecedores e servidores.
“Temos um calendário de pagamentos, que serve de referência para nós, agentes públicos, e que não deixa de ser uma ferramenta estratégica para o setor comercial e industrial e aos nossos servidores que podem planejar seus orçamentos. Felizmente, como fruto de nosso esforço, do nosso cuidado com as finanças municipais, pudemos novamente antecipar a folha e sabemos como esse dinheiro chega em boa hora”, disse o prefeito.
A Secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro, destaca que o calendário prevê sempre pagamentos dentro do mês trabalhado, “ou seja, o servidor tem sempre a certeza de que antes da virada do mês o dinheiro estará em conta. Agora, quando ocorre a antecipação, temos um giro econômico mais rápido na cidade e reafirmamos nosso compromisso com o servidor, bem como sinalizamos para o setor comercial e industrial que as finanças públicas estão sob controle e principalmente saudáveis apesar da pandemia”.
Já o prefeito reafirmou que busca soluções para fazer o enfrentamento das dificuldades impostas pela pandemia da COVID 19 e que a adoção de decreto mais rigoroso visa resguardar vidas humanas e não prejudicar os setores da economia, tanto que os mesmos participam do Comitê de Enfrentamento a COVID 19 para que as decisões sejam conjuntas e voltadas ao interesse coletivo.
“Salários em dia permitem que os servidores façam circular a economia local e fora isso estamos investindo mais de R$ 500 milhões em obras públicas que aquecem toda a movimentação financeira local, gerando emprego e renda. Conseguimos manter o ritmo de realizações em nossa cidade mesmo sob um ano pandêmico. A folha de março é a terceira folha quitada na nova gestão e a segunda antecipada aos cerca de 8 mil servidores públicos ativos e inativos da prefeitura de Várzea Grande”, frisou o prefeito Kalil Baracat, durante reunião com a sua equipe econômica.
Conforme o prefeito, o calendário que será cumprido à risca ao longo de 2021, sela a atenção para com os servidores, reconhecendo sua importância para a boa prestação dos serviços públicos à sociedade, e, revela ainda o vigor da saúde financeira da prefeitura, fruto de um rigoroso controle entre as receitas e despesas. O Calendário Salarial de 2021 traz a previsão de datas de pagamento das 13 folhas do referido exercício financeiro, inclusive o 13º salário.

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Projeto de viveiros contribuirá para reestruturação de áreas degradadas no Pantanal de MT e geração de renda para comunidades 

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Iniciativa do Sesc Pantanal e Wetlands International será desenvolvida em Poconé e Barão de Melgaço 

Com a produção de sementes nativas do Pantanal, o projeto “Rede de mudas e sementes pantaneiras” irá contribuir com a regeneração das matas ciliares e a reestruturação de áreas e ecossistemas degradados na porção norte do bioma. A inciativa do Polo Socioambiental Sesc Pantanal e da Wetlands Internacional conta com sete parceiros para o desenvolvimento dos viveiros comunitários em Poconé e Barão de Melgaço, em Mato Grosso, que terá início ainda este ano.

A implantação de dois viveiros permanentes permitirá produzir mudas de alta qualidade e sistema de manejo para coleta de sementes de espécies vegetais nativas. A primeira etapa do projeto, com duração de 10 meses, prevê a produção de 40 mil mudas por viveiro, em uma área de meio hectare, empregando mão-de-obra de famílias em cada comunidade, com dedicação de meio período por dia, todos os dias na semana.

De acordo com a superintendente do Sesc Pantanal, Christiane Caetano, a instituição consumirá cerca de 20 mil mudas por comunidade na primeira produção. “O restante será comercializado para fazendas, parques e outras áreas privadas e públicas”,

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explica.

A produção de mudas em viveiros será complementada com a criação da rede de sementes, que permitirá a inclusão de mais famílias no sistema de manejo para coleta de sementes. O ciclo de obtenção das sementes é menor, cerca de quatro meses, e permitirá geração de renda entre os ciclos de produção das mudas. A produção pretendida de sementes é de 2 toneladas ao ano. Para a coleta, serão cadastradas, além das unidades do Polo socioambiental Sesc Pantanal, áreas privadas do entorno dos viveiros e públicas de Poconé e Barão de Melgaço.

Em reunião realizada nesta quarta-feira (7 de abril), a superintendente do Sesc Pantanal apresentou o projeto ao prefeito de Poconé, Tatá Amaral, para o planejamento das atividades. “Ficamos satisfeitos por sermos lembrados pelo Sesc para mais uma parceria, que vai atender a Comunidade Capão do Angico, onde já tem um trabalho firmado com a cerâmica. Ou seja, só vai fortalecer a renda das famílias. Agradecemos pela parceria e desejamos que venham outras mais, para atendermos as demandas do município”, avalia o prefeito.

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Projeto desenvolvido pelas comunidades 

Os dois viveiros serão construídos por meio de parcerias, em áreas públicas cedidas pelas prefeituras na Comunidade Capão do Angico (Poconé) e em São Pedro de Joselândia (Barão de Melgaço), para uso comunitário das famílias participantes do projeto. Além dos viveiros, serão construídos poços para irrigação e depósito para armazenamento e beneficiamento das sementes.

“O projeto oportunizará às famílias das duas comunidades fonte de renda à curto prazo para prover seus meios de vida, por meio da comercialização da produção estimada. A médio e longo prazo, o projeto da rede de mudas e sementes pantaneiras poderá ser uma alternativa para a manutenção e sustentabilidade das pessoas que vivem nessas comunidades, evitando o êxodo para áreas urbanas”, ressalta a superintendente do Sesc Pantanal.

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