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POR MT: Arthur Lira defende duplicação da BR 163, licenciamento e Lei Kandir

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Para o candidato à presidência da Câmara dos Deputados, federal Arthur Lira (PP/AL), a próxima gestão deve ter compromisso na condução de temas que têm causado paralisia à economia do Brasil, como as reformas agrária e tributária, o licenciamento ambiental e outros ligados à produção e à economia nacional. A declaração foi dada em coletiva à imprensa durante agenda, nesta sexta-feira (08.01), em Cuiabá.

A agenda política foi articulada pelo líder da bancada de Mato Grosso, o deputado Neri Geller e demonstra o alinhamento com o Estado pautado no modelo de gestão defendido por Lira. O progressista é tido em Brasília como político articulador e hábil na condução de temas difíceis.

“A Câmara precisa de voz e, que essa voz seja independente, que tenha autonomia para falar em nome dos deputados e levar à uma condução tranquila. Esse tem que ser o perfil do novo presidente da Casa, e Lira possui qualidades importantes de um líder: cumpre palavra, tem bom senso e é aberto ao diálogo. Pronto. Esse é o perfil que o presidente da Casa precisa ter, além de coragem para o enfrentamento de temas delicados, porém essenciais”, defendeu o Geller.

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O líder da bancada avalia ainda, que a agenda proposta por Lira vem diretamente ao encontro de temas essenciais não apenas para a economia brasileira, mas principalmente para por fim aos gargalos impostos aos estados produtores, como Mato Grosso, responsável por sustentar grande parte do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

Segundo cita, o enfrentamento de temas como o licenciamento ambiental, a reforma agrária e a própria reforma tributária têm puxado para baixo o avanço do Brasil. “Mesmo com todos os entraves o Brasil, e no caso específico de Mato Grosso, tem conseguido avançar porque somos pujantes, porque nossos produtores não recuam diante das dificuldades. Agora imagina se os produtores pudessem trabalhar em condições favoráveis?”, destacou Geller.

A proximidade do líder da bancada de Mato Grosso com o candidato de Bolsonaro à presidência da Câmara, facilita a resolução de temas essenciais para Mato Grosso como: a regularização fundiária, o licenciamento ambiental, a logística para escoamento da produção, entre outros gargalos.

No tocante à má condição das rodovias no Estado, Lira defendeu que o avanço do tema somente ocorrerá diante de uma articulação forte e independente em Brasília, a exemplo da implantação da Ferronorte e da conclusão das obras de duplicação da BR-163 até os portos do Contorno Norte.

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“Mesmo com os esforços da bancada de Mato Grosso, onde destaco o trabalho liderado pelo deputado Neri Geller as coisas não avançam. Precisamos retomar a votação das emendas impositivas e garantir que os compromissos firmados sejam cumpridos”, defendeu Lira.

Lira endureceu o discurso ao defender que o ressarcimento aos estados exportadores pela Lei Kandir deveria ocorrer de forma integral, e não fracionada ao longo de 15 anos. “O ideal seria que o ressarcimento trazido pela lei fosse efetivado de maneira integral, uma vez que a União terá 15 longos anos para concluir o pagamento aos estados”.

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Justiça pede bloqueio de R$ 29,8 milhões de Sergio Ricardo, Mauro Savi mais 4 por fraudes

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Da Redação

A saga e o inferno astral do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Sérgio Ricardo de Almeida para provar sua inocência nos crimes de fraudes e corrupção, o qual seu nome vem sendo envolvido, a cada dia piora mais.
Após receber o aval do Superior tribunal de Justiça (STJ), para voltar ao cargo de Conselheiro no TCE-MT, Sérgio Ricardo precisa provar que não comprou a vaga na cadeira de conselheiro no tribunal, enquanto isso outros processos que envolvem o seu nome em suposto crime por fraudes e corrupção, quando ainda era deputado estadual atormentam e lhe tira o sono.

Dessa vez, o Juiz Bruno D´Oliveira Marques, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), determinou o bloqueio de mais de R$ 29 milhões de reais em bens dos ex-deputados estadual Mauro Savi, Sergio Ricardo de Almeida, do ex-secretário da Assembleia Legislativa de MT (ALMT), Luiz Márcio Pommt. O bloqueio também atingiu os bens dos empresários, Jorge Luiz Martins Defanti, Adair Noragrol e João Dorileo Leal.

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A decisão foi proferida nesta quarta-feira (03.03), que segundo a denúncia, os réus participaram de esquemas de fraudes nas licitações na casa de leis estadual conforme delatado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva.
Segundo Riva, os materiais gráficos foram comprados e nunca foram entregues para a Assembleia, somente emitiam notas frias.
O ministério público de Mato Grosso (MPE-MT) alega que durante as investigações “comprovou-se que o referido pregão não passou de um subterfúgio para apropriação de receita pública pelos operadores do esquema na ALMT (Jose Geraldo Riva,, Mauro Savi, Sérgio Ricardo de Almeida, e Luiz Márcio Pommot). Cada um deles, em suas diferentes funções, agiram cientes de que o referido Pregão Presencial objetivava o desvio de recursos públicos para pagamento de propina aos deputados estaduais nas suas mais variadas formas, como mensalinho, financiamento de companhas eleitorais, compra de votos para eleições da mesa diretora”.
No seu depoimento o ex-deputado estadual José Geraldo Riva, afirma que as licitações para a aquisição de materiais gráficos eram realizadas com o intuito de desviar recursos públicos para pagar o denominado mensalinho a parlamentares, financiar companhas eleitorais e comprar de votos para eleições da mesa diretora.

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Veja parte da decisão:👇

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