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Policiais penais evitam entrada de celulares e drogas por meio de drones

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Ocorrências foram registradas no fim de semana e os equipamentos foram abandonados pelos criminosos

Por Débora Siqueira

Com informações Sesp-MT

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Policiais penais da Penitenciária da Mata Grande, em Rondonópolis (215 km ao Sul), evitaram a entrada de seis celulares, carregadores, fones de ouvido, além de porções de substâncias análogas a maconha e cocaína na unidade neste fim de semana. Foram duas ocorrências no sábado (06.03) e domingo (07.03) de tentativa de ingressar com material ilícito por meio de drones.

Conforme as informações repassadas pela direção da unidade, no sábado por volta das 15 horas, os policiais penais da equipe Bravo realizavam rondas no perímetro externo da penitenciária e cerca de 2 km encontraram uma caixa de aparelho de drone em meio a um matagal, próximo uma estrada vicinal.

Eles avistaram uma linha sobre o matagal e seguindo-a encontraram um drone preso a uma árvore cerca de 20 metros de altura. Os policiais conseguiram recuperar o equipamento, e seguindo a linha acerca de 800 metros do local do drone, foi encontrado um pacote preso à outra árvore também a uma altura bastante elevada, na qual estavam celulares, drogas, papeis de seda para enrolar fumo, dentre outros materiais ilícitos.

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Já no domingo, por volta das 15h30, um policial penal avistou um drone sobrevoando a unidade e avisou a equipe via rádio. Após ronda no entorno da unidade, encontraram dois drones. O primeiro próximo a um campo e o segundo caído com quatro celulares amarrados no equipamento com linha de pesca.

Os materiais apreendidos foram encaminhados para o Núcleo de Inteligência da unidade e os drones ao Gerente Penal do cartório.

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PF deflagra operação para combater fraudes no Auxílio Emergencial e Precatórios judiciais em MT e 11 Estados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (31.03), a Operação “ET CATERVA” com o objetivo de desarticular Organização Criminosa especializada em aplicar fraudes no benefício social Auxílio Emergencial e em Precatórios Judiciais. A ação teve o apoio da CAIXA (CEF), sendo que o grupo investigado é composto por um número significativo de pessoas, dentre elas advogados e funcionários públicos.
Inicialmente as fraudes eram perpetradas buscando o recebimento indevido de precatórios judiciais, os quais, após os desvios orquestrados pela organização criminosa, eram destinados a terceiros partícipes do esquema. Tais ações resultaram no levantamento ilegal de mais de R$ 13 milhões em precatórios judiciais, além de mais de R$ 2.7 milhões em tentativas de saques em várias regiões do país.
A organização criminosa cooptou servidores de instituição bancária, os quais forneciam informações sobre precatórios à disposição para saque, sendo que também foi constatada a participação de servidor do Tribunal Regional Eleitoral-MT (TRE-MT).
O esquema criminoso se dava com a confecção de documentos falsos, os quais eram forjados com os dados dos beneficiários dos precatórios e as fotografias dos estelionatários, que se dirigiam ao banco para realizar os saques do valores. Uma vez efetuado o levantamento do precatório, o montante era pulverizado em diversas contas, com o intuito de ocultar a origem ilícita.
Após a interrupção temporária do pagamento de precatórios pela CAIXA em 2020, a organização criminosa passou a cometer fraudes em detrimento de parcelas do Auxílio Emergencial. Restaram efetuados aproximadamente 1.570 saques de benefícios, entre os meses de abril de 2020 e março de 2021, resultando em um prejuízo superior a R$ 1.3 milhão.
A CAIXA colaborou com toda a investigação, sendo que na deflagração estão sendo empregados mais de 260 policiais federais, para o cumprimento de 12 mandados de prisão (quatro preventivas e oito temporárias), 77 mandados de busca e apreensão e sequestro de bens e, ainda, nove medidas de suspensão do exercício da função pública. Os mandados foram expedidos pelo Juiz da 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Cuiabá-MT, e seus cumprimentos ocorrem no Estado de Mato Grosso e em outros 11 Estados da Federação.

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O nome da Operação, “Et Caterva”, se trata de expressão em latim, utilizada de forma pejorativa, que denota a ideia de um grupo de comparsas, visto que a investigação identificou um grupo de pessoas que se uniram no propósito de cometer os delitos hoje desarticulados.
A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia causada pelo Coronavírus, foi adotada logística especial de preservação do contágio com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.

Será concedida entrevista coletiva às 9h, na sede da Superintendência Regional da PF no Mato Grosso.
Com informações da Comunicação Social da PF MT

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