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Policiais encontram 1,3 tonelada de maconha dentro de caminhonete em Alto Taquari

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A placa da caminhonete é da cidade de São Jorge do Ivai, no Paraná e pertence a uma empresa de aluguel de veículos. ao todo, 1,3 tonelada de maconha tiradas de circulação. Nenhum suspeito foi localizado

Maricelle Lima Vieira

PMMT

– Foto por: PMMT

Policiais militares de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) apreenderam na quinta-feira (24.12), véspera de Natal, 1.155 tabletes de maconha. A ação resultou em uma das maiores apreensões de droga no ano de 2020.

Uma denúncia descrevia uma caminhonete GM S10 branca, abandonada em um acostamento na MT 100, sentido a cidade de Alto Araguaia. No local, os policiais perceberam um forte odor que vinha da carroceria. Ao abrir o compartimento, foi encontrada uma grande quantidade de entorpecente.

O carro estava com problema mecânico e foi necessário o serviço de guincho e encaminhado ao Cisc para uma verificação mais detalhada. Durante o procedimento foram encontrados entre o assento do passageiro, na parte traseira e até no forro, vários tabletes de maconha.

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A placa da caminhonete é da cidade de São Jorge do Ivai, no Paraná e pertence a uma empresa de aluguel de veículos. Ao todo, 1,3 tonelada de maconha tiradas de circulação. Nenhum suspeito foi localizado.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes. Exemplos: a presença de foragidos da Justiça com mandado de prisão em aberto e ponto de venda de droga.

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Mulher

Conselho da Mulher pede que possível abuso contra servidora do Indea sejam apurados dentro do devido processo legal, com as garantias cabíveis

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Diante do relato de assédio sexual sofrido por uma ex-servidora do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), que denunciou como autor do abuso o presidente do órgão, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDM-MT) vem a público defender que os fatos sejam apurados dentro do devido processo legal, com as garantias cabíveis.

Contudo, não podemos ficar passivas diante das acusações e do fato que o INDEA é pela segunda vez objeto de notícias que dão conta de assédios sexuais cometidos dentro da instituição.

Tais suspeitas demonstram que ações precisam ser tomadas como forma de combater possíveis abusos e evitar que todo tipo de discriminação e violência seja cometida, entre elas as que garantam uma ambiência saudável para o local de trabalho. O CEDM também sugere a instalação de um comitê de igualdade que promova segurança, igualdade e espaço de denúncias dentro da instituição.

As ações sugeridas não devem se limitar ao INDEA e precisam ser fomentadas em todos os órgãos e poderes que funcionam com recursos públicos, pois devem ser as primeiras a fazer cumprir o estado democrático de direito, combatendo o assédio e a discriminação que são motivos pelos quais muitas vezes nós mulheres não conseguimos desenvolver em pé de igualdade nossas carreiras.

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Por fim, esperamos que a verdade venha à tona e que a violência contra a mulher seja combatida e não passem impunes os que a praticam, ou qualquer outro tipo de violência no local de trabalho ou na sociedade.

Glaucia Amaral

Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDM-MT)

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