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Polícia Civil realiza prisão de 3 pessoas envolvidas em tráfico no município de Nortelândia

Ação Integrada

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Nesta quarta (13) Polícia Civil e militar de Nortelândia, Arenápolis e Nova Mutum em ação integrada realizaram a apreensão de 3 pessoas envolvidos em tráfico de drogas.

A apreensão foi realizada na em um fazenda localizada na Barreirão em Nortelândia.

A operação foi deflagrada no assentamento Raimunfo da Rocha, antiga Barreirão em Nortelândia.

Na fazenda foram encontrado vários objetos de furtos .

Existe ainda a informação que a distribuição de drogas vem ocorrendo em um certo tempo na região.

*SUSPEITOS*

– R. S. D. S.;
– A. D. S. M. D. S.;
– J. F. S. D. S.;
– R. S. M. D. S. (menor 17 anos).

*APREENSÕES*
– 03 pistolas, sendo 02 cal 380 e outra 9mm;
– 07 carregadores de pistola;
– 300 munições de diversos calibres;
– 01 camioneta HILUX ;
– 01 trailer para transportar cavalos;
– 01 motocicleta R1 1000cc;
– 02 balanças de precisão ;
– 03 quilos de maconha/pasta base;
– R$ 4.430,00 de dinheiro em espécie ;
– 04 moto serras, 07 furadeira, 03 parafusadeira, 01 compreensor e 01 soprador de ar;
– 01 bicicleta profissional, avaliada em torno de R$ 40.000,00;
– 02 cx de inseticida (galeão);
– 06 galões de agrotóxicos (famoso/danado).

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Os suspeitos foram autuados por:
Organização criminosa; tráfico de drogas; associação para o tráfico; receptação; roubos/furto de agrotóxicos.

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Silval Barbosa, Chico Daltro,Pedro Nadaf, Marcel de Cursi e Jorge Pires agora são réus por esquema que desviou 15 milhões em créditos de ICMS

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JB News

 

O ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, e ex-vice governador Chico Daltro, e os ex-secretários de Estado, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi e também o empresário Jorge Pires, viraram réus por esquema que desviou 15 milhões em créditos de ICMS. A decisão é da titular da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, juíza Ana Cristina Silva Mendes, que aceitou denúncia do Ministério Público Estadual (MPMT).

Uma nova fase da denúncia na investigação ressurgiu no inquérito policial, instaurado em 2017, pela Delegacia de Crimes fazendários, (DECFCAP) para investigar o ex-governador Silval da Cunha Barbosa que naquele momento pertencia ao PMDB, hoje atual MDB.

As investigações relatam que na época, o então governador Silval Barbosa, os secretários Pedro Jamil Nadaf e Marcel Souza Cursi em coluio e ação integrada com o empresário Jorge Pires de Miranda, dono da empresa Concremax Concreto e Engenharia e Saneamento LTDA, juntamente com vice-governador Chico Daltro, e Ricardo Padilha Neves teriam desviado da Receita Pública um montante de aproximadamente de R$ 15.000.000.00 (quinze milhões de reais), em um esquema fraudulento em Créditos de Imposto Sobre Circulaçãode de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Consta, conforme a denúncia que “esquema” tinha o propósito de obter receita ilícita para saldar dívida pessoal contraída pelo Vice-Governador, à época, Francisco Tarquinio Daltro (Chico Daltro), que era do grupo político do então Governador, Silval Barbosa, entretanto com o sucesso do suposto engodo criminoso, este foi empregado para promover o ganho indevido dos operadores da fraude, membros do Grupo Criminoso, sendo eles Silval Barbosa, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi, que era o secretário de Fazenda de MT.

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O esquema funcionava da seguinte maneira, a organização dissimulava e ocultavam os créditos, outorgando em favor da Concremax, empresa de Jorge Pires que se beneficiava, a dissumlação acontecia no momento em que os créditos seriam usados para investimento em Infraestrutura para que pudesse recolher a receita dos créditos, a Concremax teve a autorga de 15 milhões de reais, e com isso a organização formada por Silval, Chico Daltro, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi receberiam em troca 15 apartamentos localizados no Condomínio Morada do Parque, no Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, os quais totalizavam o montante aproximado de R$ 4.500.000,00.
O governador Silval Barbosa, disse em depoimento, que desde o começo de seu mandato no ano de 2011 era pressionado pelo seu vice Chico Daltro para que concedesse o montante de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para pagamento de dívida pessoal que, supostamente, teria contraído com Ricardo Neves.
Declarou também, que em 2010, por intermédio do então deputado Estadual Sergio Ricardo, atual conselheiro afastado por corrupção do TCE, teria feito um empréstimo no valor estimado de R$ 1.700.000,00 (um milhão e setecentos reais), juntamente com Ricardo Neves, cuja finalidade era pagamento de propina aos Deputados Estaduais da época em troca de apoio político para aprovação dos projetos da organização criminosa. Implantado um esquema de desvio de receita pública, estipulado na ordem de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais), mediante a outorga irregular de crédito de ICMS em favor da empresa CONCREMAX que, por sua vez, negociou os créditos com a empresa Votorantim Cimentos.

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A denúncia relata que ao perceber a facilidade do esquema, o Grupo Criminoso fez nova Proposta de Intenções com a Concremax, desta vez para atender seus interesses particulares, que acabaram por celebrar nova outorga irregular de créditos de ICMS em valor equivalente a R$ 6.500.000,00, que também foi negociada com a empresa Votorantim, com um deságio de 20%, com pagamento em favor da Concremax em cimento e insumo, e do mesmo modo, Jorge Pires concretizou o pagamento da propina em imóveis situados no Condomínio Morada do Parque, Bairro Morado do Ouro, em Cuiabá – MT.

Além disso, o empresário Ricardo Neves que chegou a ser denunciado, mas a juíza não viu provas suficientes, e decidiu isentá-lo no caso. Veja a íntegra da decisão
Veja a íntegra da decisão:👇

ConcremaxEsquemaSB

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