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Polícia Civil prende empresário e desmonta rede de exames falsos que atendia órgãos públicos e empresas em Mato Grosso

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Por Nayara Cristina

Cuiabá MT, 15 se agosto – A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira, a Operação Contraprova, que desmontou uma rede de laboratórios acusada de falsificar resultados de exames laboratoriais em Mato Grosso. Segundo as investigações, a organização criminosa prestava serviços para órgãos públicos, como a Câmara Municipal e a Prefeitura de Cuiabá, além de clínicas particulares, nutricionistas e convênios médicos. Pacientes particulares também estavam entre as vítimas.

A ação foi conduzida pela Delegacia de Defesa do Consumidor (DECOM) e cumpriu 11 ordens judiciais expedidas pelo juiz de garantias de Cuiabá, com parecer favorável da 24ª Promotoria de Justiça. Entre as medidas, estão a prisão preventiva do sócio responsável técnico do laboratório, apreensões nas residências dos sócios, suspensão do registro profissional do biomédico preso, interrupção dos contratos da rede com o poder público e proibição dos investigados de firmar novos contratos com órgãos da União, estados e municípios.

A operação contou com apoio das delegacias de Sorriso e Sinop, além da Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá, que acompanhou as diligências. Três unidades da rede foram alvo de interdição.

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Esquema de fraude

De acordo com a Polícia Civil, o laboratório recebia amostras de material biológico, incluindo secreções de pacientes de home care realizava coletas para exames de Covid-19, toxicológicos e para diagnóstico de doenças como sífilis, HIV e hepatites. Contudo, as análises não eram realizadas.

As amostras eram descartadas sem qualquer processamento e os laudos eram falsificados pelo próprio responsável técnico, que assinava os documentos.

As investigações começaram em abril deste ano, após denúncia recebida pela Vigilância Sanitária de Cuiabá. Na ocasião, uma das unidades foi interditada e o responsável técnico chegou a ser preso em flagrante.

 

Com base nas provas colhidas, os investigados poderão responder por estelionato, falsificação de documento particular, peculato e associação criminosa, crimes que, somados, podem resultar em até 25 anos de prisão.

O nome “Contraprova” faz referência ao procedimento de verificação de exames laboratoriais, simbolizando o trabalho da Polícia Civil como instrumento de confirmação e desmascaramento dos resultados fraudulentos emitidos pela rede.

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Vídeo mostra briga entre mulheres em condomínio de Cuiabá, VEJA

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por  Emerson Teixeira

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma briga entre mulheres na tarde deste sábado (18), em um condomínio localizado na região da MT-251, em Cuiabá.

A confusão foi registrada no condomínio Chapada da Costa, situado entre o Atacadão e o Fort Atacadista. Nas imagens, as envolvidas aparecem trocando agressões, enquanto outras pessoas presenciam a cena.

Segundo relatos de moradores, o episódio causou preocupação e rapidamente repercutiu entre os residentes. Até o momento, não há informações oficiais sobre o que teria motivado a briga.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência, mas não há confirmação sobre detenções ou encaminhamentos relacionados ao caso.

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