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Polícia Civil prende estelionatários envolvidos em golpes pelo Watssap e redes sociais em MT

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Polícia Civil prende estelionatários envolvidos em golpes aplicados pela internet

 Com informações PJC-MT

Dois homens acusados de aplicar golpes através de sites e redes sociais da internet foram presos em flagrante pela Polícia Judiciária Civil, no sábado (18.01), em Rondonópolis (212 km ao Sul). A ação resultou na recuperação de objetos subtraídos da vítima avaliados em R$ 6,5 mil.

A prisão dos estelionatários ocorreu após investigadores da 1ª Delegacia de Rondonópolis receberem informações sobre uma quadrilha especializada em golpes com a utilização dos aplicativos WhatsApp, Facebook e site OLX.

Os suspeitos escolhiam vítimas que anunciavam produtos para venda por meio desses aplicativos, demonstrando interesse na mercadoria. A negociação geralmente era realizada durante o final de semana, quando não há expediente bancário, ocasião em que os suspeitos enviavam falsos comprovantes de pagamento (DOC ou TEC) às vítimas.

Acreditando terem recebido o valor, o vendedor fazia a entrega dos produtos e somente mais tarde descobria que foi vítima de golpe.

Com a informação de que os suspeitos estavam a caminho da cidade de Pedra Preta para buscar objetos, os policiai realizaram a abordagem dos suspeitos, no momento recebiam os produtos. Ao perceber a presença dos policiais um dos suspeitos tentou fugir, porém foi detido.

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Os produtos da vítima foram apreendidos, assim como o veículo Volkswagen Golf utilizado pelos estelionatários. Na delegacia, um dos suspeitos jogou o seu aparelho celular contra a parede para que o objetovo não fosse apreendio.

Segundo o delegado, Santiago Rozeno Sanches e Silva, esse tipo de atitude é comum entre as organizações criiminosas para dificultar o trabalho policial na identificação de outros integrantes do grupo e de outros crimes.

“Os suspeitos são apontados como integrantes de uma quadrilha envolvida em crimes de estelionato, que está envolvida em pelo menos 5 golpes semelhantes, aplicados entre dezembro e janeiro, com vítimas em Rondonópolis e região”, disse o delegado.

 

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MP pede afastamento de policial indiciado por participar de assalto

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Com informações do MP.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Vera (a 458km de Cuiabá), requereu o afastamento cautelar do policial militar Edmilson Alves Carvalho, indiciado por participação no roubo armado à agência dos Correios de Feliz Natal (a 536km da Capital), no dia 17 de fevereiro de 2020. O pedido consta em ação civil pública proposta nesta sexta-feira (21).

O promotor de Justiça Willian Oguido Ogama pediu que o afastamento seja oficiado à Polícia Militar de Mato Grosso até o julgamento final da ação por improbidade administrativa. Por fim, o MPMT pede a condenação do requerido à perda da função pública e ao pagamento de R$ 20 mil a título de dano moral coletivo, bem como a outras sanções previstas em lei.

O caso – Consta na ação que, após a realização de diligências, policiais militares localizaram um dos autores do roubo, Deyvid Alves Teixeira, que confessou ter participado do crime em conjunto com o policial militar Edmilson Alves Carvalho. Segundo Deyvid, ele foi intimidado pelo requerido, em razão de não possuir condições de saldar uma dívida que possuía com Edmilson, no montante de R$ 7,5 mil, divididos em três cheques de R$ 2,5 mil.

Deyvid relatou que ele e Edmilson foram até a agência dos Correios em uma motocicleta, com arma de fogo em punho, colocando todos os funcionários e clientes deitados no chão, usando muita violência e agressividade. Após a subtração de dinheiro e aparelhos telefônicos, retornaram à residência dele, tendo o policial militar dito que voltaria para fazer a divisão do dinheiro.

Em seguida, policiais militares se deslocaram até a residência do requerido, mas ele não foi localizado. Posteriormente, Edmilson compareceu na unidade do 4º Pelotão da Polícia Militar em Feliz Natal, quando foi preso em flagrante com uma das folhas de cheque no valor de R$ 2,5 mil.

Ao ser interrogado, Edmilson declarou que a última vez que havia falado com Deyvid havia sido na sexta-feira anterior ao crime. Contudo, conforme despacho elaborado pelo delegado de Polícia Federal, “em consulta ao celular apreendido com Deyvid, devidamente autorizado, constam ligações e mensagens apagadas entre este e o Edmilson Alves Carvalho, inclusive nos períodos próximos à ocorrência do crime, corroborando a versão de Deyvid, que imputa a participação de Edmilson Alves Carvalho”.

Em 18 de fevereiro Edmilson passou por audiência de custódia, na qual foi homologado o auto de prisão em flagrante e concedida liberdade provisória mediante o pagamento de fiança pelo policial.

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