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Polícia Civil prende cinco em oficina de desmanche em Várzea Grande

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 Polícia Civil prende cinco pessoas em investigação de oficina de desmanche em Várzea Grande

27/01/2020 – 11:09

Assessoria | PJC-MT

Cinco pessoas suspeitas de envolvimento em crimes de receptação e adulteração de sinal de veículo automotor foram detidas pela Polícia Judiciária Civil, na quinta-feira (23.01), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA).

As investigações iniciaram após a equipe da DERRFVA receber denúncia sobre uma oficina irregular, de propriedade de dois irmãos, que funcionaria como desmanche de veículos, no bairro São Mateus, em Várzea Grande. Logo que chegaram ao local, os policiais constataram a grande quantidade de veículos entre caminhões, ônibus, carros pequenos e motocicletas.

Devido ao tamanho da oficina foi solicitado o apoio de outras equipes e de um perito criminal para checagem dos veículos encontrados no estabelecimento. Durante checagem de um para-choque foi constatado que a peça pertencia a um ônibus com restrição de roubo/furto.

Questionados, os irmãos disseram que o veículo foi deixado pelo dono de outra oficina, na Rodovia dos Imigrantes. Com base nas informações, os policiais foram até o estabelecimento onde em conversa com o proprietário, foi informado que ele recebeu o veículo como pagamento de uma dívida, indicando o nome do responsável pelo ônibus.

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Em continuidade as diligências, os policiais localizaram o suspeito que confessou que ofereceu o ônibus para quitar a dívida com vítima. Diante dos fatos, os cinco suspeitos foram conduzidos a DERRFVA, onde após serem interrogados foi lavrado o flagrante pelo crime de receptação e adulteração de sinal de veículo automotor.

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MP pede afastamento de policial indiciado por participar de assalto

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Com informações do MP.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da Promotoria de Justiça de Vera (a 458km de Cuiabá), requereu o afastamento cautelar do policial militar Edmilson Alves Carvalho, indiciado por participação no roubo armado à agência dos Correios de Feliz Natal (a 536km da Capital), no dia 17 de fevereiro de 2020. O pedido consta em ação civil pública proposta nesta sexta-feira (21).

O promotor de Justiça Willian Oguido Ogama pediu que o afastamento seja oficiado à Polícia Militar de Mato Grosso até o julgamento final da ação por improbidade administrativa. Por fim, o MPMT pede a condenação do requerido à perda da função pública e ao pagamento de R$ 20 mil a título de dano moral coletivo, bem como a outras sanções previstas em lei.

O caso – Consta na ação que, após a realização de diligências, policiais militares localizaram um dos autores do roubo, Deyvid Alves Teixeira, que confessou ter participado do crime em conjunto com o policial militar Edmilson Alves Carvalho. Segundo Deyvid, ele foi intimidado pelo requerido, em razão de não possuir condições de saldar uma dívida que possuía com Edmilson, no montante de R$ 7,5 mil, divididos em três cheques de R$ 2,5 mil.

Deyvid relatou que ele e Edmilson foram até a agência dos Correios em uma motocicleta, com arma de fogo em punho, colocando todos os funcionários e clientes deitados no chão, usando muita violência e agressividade. Após a subtração de dinheiro e aparelhos telefônicos, retornaram à residência dele, tendo o policial militar dito que voltaria para fazer a divisão do dinheiro.

Em seguida, policiais militares se deslocaram até a residência do requerido, mas ele não foi localizado. Posteriormente, Edmilson compareceu na unidade do 4º Pelotão da Polícia Militar em Feliz Natal, quando foi preso em flagrante com uma das folhas de cheque no valor de R$ 2,5 mil.

Ao ser interrogado, Edmilson declarou que a última vez que havia falado com Deyvid havia sido na sexta-feira anterior ao crime. Contudo, conforme despacho elaborado pelo delegado de Polícia Federal, “em consulta ao celular apreendido com Deyvid, devidamente autorizado, constam ligações e mensagens apagadas entre este e o Edmilson Alves Carvalho, inclusive nos períodos próximos à ocorrência do crime, corroborando a versão de Deyvid, que imputa a participação de Edmilson Alves Carvalho”.

Em 18 de fevereiro Edmilson passou por audiência de custódia, na qual foi homologado o auto de prisão em flagrante e concedida liberdade provisória mediante o pagamento de fiança pelo policial.

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