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Polícia Civil e Procon fiscalizam consultórios oftalmológicos suspeitos de atuação irregular em Cuiabá

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Os policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e fiscais do Procon chegaram aos estabelecimentos depois da requisição do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que recebeu denúncia do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).

Durante as fiscalizações nas empresas, foi constatado que a clínica localizada no bairro Morada do Ouro funcionava no mesmo prédio e sob a mesma fachada de uma ótica.

Já a empresa localizada no Centro-Sul dividia endereço com uma ótica de propriedade do filho do optometrista, que realizava atendimentos no local. A suspeita é de que os responsáveis legais pelas óticas atuavam em conjunto com os optometristas para promover a chamada “venda casada” de consultas, lentes e armações de grau.

Crimes investigados

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) instaurará investigação para apurar a conduta dos optometristas e dos proprietários das óticas, que poderão responder por exercício ilegal da medicina e crime de venda casada. As condutas podem resultar em até sete anos de prisão, multa e penalidades administrativas.

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O atendimento e o diagnóstico de exames devem ser feitos por médicos oftalmologistas devidamente registrados no Conselho de Medicina, que possuem a capacitação técnica para diagnosticar corretamente a necessidade de uso de lentes e identificar doenças graves, como o glaucoma.

Investigações anteriores conduzidas pela Decon já identificaram casos em que optometristas prescreveram óculos para pacientes que não tinham necessidade ou recomendaram lentes a pessoas com glaucoma, sem identificar a doença. Esses erros colocam em risco a saúde ocular da população.

Segundo o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, o Supremo Tribunal Federal já pacificou o entendimento de que optometristas não podem realizar consultas oftalmológicas. “Ainda assim, alguns profissionais têm se apoiado em interpretações equivocadas de decisões judiciais para justificar a prática”, disse o delegado.

Ferreira também destacou os riscos das chamadas “promoções” de consultas gratuitas vinculadas à compra de armações. “Consultas oftalmológicas jamais devem ser realizadas em óticas, igrejas, associações de bairro ou com profissionais indicados por vendedores de óticas. Essas práticas, aparentemente vantajosas, podem trazer prejuízos sérios tanto para o bolso quanto para a saúde dos consumidores”, alertou o delegado.

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Denúncias

Consumidores que tenham consultado com optometristas e adquirido lentes em óticas indicadas por esses profissionais devem registrar boletim de ocorrência ou procurar a Delegacia do Consumidor, situada na Rua General Otavio Neves, nº 69, Bairro Duque de Caxias (rua atrás do Shopping Goiabeiras), em Cuiabá. Também é possível entrar em contato pelo e-mail [email protected].

Denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone 197 da Polícia Civil. O cidadão também pode registrar boletim de ocorrência em qualquer delegacia do estado ou, com mais praticidade, por meio da Delegacia Digital – clique aqui para acessar.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Duas mulheres morrem em grave acidente na MT-343; vice-prefeito fica ferido, VEJA O VÍDEO

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JB News

por. Emerson Teixeira

Andressa Aparecida dos Santos, de 22 anos, e Angela Cristina de Souza, de 52, perderam a vida em um grave acidente de trânsito registrado na noite de sexta-feira (17), por volta das 22h10, na rodovia MT-343, nas proximidades do município de Denise.

A colisão envolveu um caminhão canavieiro e um veículo de passeio onde estavam quatro ocupantes. Entre os feridos está o vice-prefeito da cidade, pastor Ivanildo, que foi socorrido após o impacto.
De acordo com as informações, o condutor do automóvel ficou preso às ferragens, sendo necessário o acionamento do Corpo de Bombeiros para realizar o resgate. O trabalho das equipes foi intenso devido à gravidade da colisão.

A Polícia Civil e a Politec estiveram no local para os procedimentos de perícia e início das investigações.

A rodovia precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência e só foi liberada após a conclusão dos trabalhos técnicos.

As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

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