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Polícia Civil cumpre mandados contra ex-diretores por desvios da Limpurb

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OPERAÇÃO CHAVE DE OURO

JB News

Por Denise Niederauer

 

A Delegacia Especializada de Combate a Corrupção (Deccor), deflagrou nesta terça-feira (23.03), a operação “Chave de Ouro” para apurar o desvio de R$ 1,4 milhão da Empresa Cuiabana de zeladoria e Serviços Urbanos, (Limpurb), que tinha como diretores Patrícia Alves de Oliveira Navarros e Juilson Aguiar Albuquerque.

A operação da PJC-MT foi deflagrada com objetivo de cumprir três ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão domiciliar e um de prisão preventiva, nas cidades de Cuiabá e Florianópolis (SC).

Os mandados de busca e apreensão e de prisão cumpridos em Florianópolis (SC) e têm como alvo a servidora que ocupava o cargo de diretora financeira da empresa. A terceira ordem judicial (de busca e apreensão) foi cumprida em Cuiabá contra o presidente da empresa á época dos fatos.

As investigações iniciaram em dezembro de 2020, após denúncia realizada pela Prefeitura Municipal de Cuiabá junto à Delegacia de Combate a Corrupção para apurar os desvios dos cofres do município. Durante as buscas foram apreenndidos celulalres, computadores e documentos que vão auxiliar o trabalho investigativo.

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A servidora que teve o mandado de prisão preventiva cumprido em Santa Catarina será ouvida ainda nesta terça-feira (23.03) por videoconferência.

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PF deflagra operação para combater fraudes no Auxílio Emergencial e Precatórios judiciais em MT e 11 Estados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (31.03), a Operação “ET CATERVA” com o objetivo de desarticular Organização Criminosa especializada em aplicar fraudes no benefício social Auxílio Emergencial e em Precatórios Judiciais. A ação teve o apoio da CAIXA (CEF), sendo que o grupo investigado é composto por um número significativo de pessoas, dentre elas advogados e funcionários públicos.
Inicialmente as fraudes eram perpetradas buscando o recebimento indevido de precatórios judiciais, os quais, após os desvios orquestrados pela organização criminosa, eram destinados a terceiros partícipes do esquema. Tais ações resultaram no levantamento ilegal de mais de R$ 13 milhões em precatórios judiciais, além de mais de R$ 2.7 milhões em tentativas de saques em várias regiões do país.
A organização criminosa cooptou servidores de instituição bancária, os quais forneciam informações sobre precatórios à disposição para saque, sendo que também foi constatada a participação de servidor do Tribunal Regional Eleitoral-MT (TRE-MT).
O esquema criminoso se dava com a confecção de documentos falsos, os quais eram forjados com os dados dos beneficiários dos precatórios e as fotografias dos estelionatários, que se dirigiam ao banco para realizar os saques do valores. Uma vez efetuado o levantamento do precatório, o montante era pulverizado em diversas contas, com o intuito de ocultar a origem ilícita.
Após a interrupção temporária do pagamento de precatórios pela CAIXA em 2020, a organização criminosa passou a cometer fraudes em detrimento de parcelas do Auxílio Emergencial. Restaram efetuados aproximadamente 1.570 saques de benefícios, entre os meses de abril de 2020 e março de 2021, resultando em um prejuízo superior a R$ 1.3 milhão.
A CAIXA colaborou com toda a investigação, sendo que na deflagração estão sendo empregados mais de 260 policiais federais, para o cumprimento de 12 mandados de prisão (quatro preventivas e oito temporárias), 77 mandados de busca e apreensão e sequestro de bens e, ainda, nove medidas de suspensão do exercício da função pública. Os mandados foram expedidos pelo Juiz da 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Cuiabá-MT, e seus cumprimentos ocorrem no Estado de Mato Grosso e em outros 11 Estados da Federação.

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O nome da Operação, “Et Caterva”, se trata de expressão em latim, utilizada de forma pejorativa, que denota a ideia de um grupo de comparsas, visto que a investigação identificou um grupo de pessoas que se uniram no propósito de cometer os delitos hoje desarticulados.
A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia causada pelo Coronavírus, foi adotada logística especial de preservação do contágio com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.

Será concedida entrevista coletiva às 9h, na sede da Superintendência Regional da PF no Mato Grosso.
Com informações da Comunicação Social da PF MT

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