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PIX feito por engano termina em morte em bar de Várzea Grande

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Ana Paula Figueiredo

Discussão por transferência de R$ 950 acaba em esfaqueamento no bairro 15 de Maio

Uma discussão provocada por um PIX enviado por engano terminou com a morte de Inácio Terpilowazki Neto, de 44 anos, na noite de quinta-feira (20), em um bar no bairro 15 de Maio, em Várzea Grande. Ele foi esfaqueado após cobrar a devolução de R$ 950 recebidos indevidamente pelo dono do estabelecimento.

Segundo a Guarda Municipal, Inácio e o suspeito — conhecido como “Cearazinho”, de 54 anos deram entrada feridos no Pronto-Socorro de Várzea Grande. A vítima apresentava um golpe de faca no abdômen; já o suspeito tinha lesões causadas por pedaços de madeira.

O proprietário do bar afirmou que não conseguiu devolver o dinheiro porque sua conta estava negativa e parte do valor teria sido descontada automaticamente. Ele diz ter sido agredido por familiares de Inácio e que golpeou a vítima com uma faca durante a confusão, alegando legítima defesa.

Inácio não resistiu e morreu no hospital. Após a confirmação da morte, familiares tentaram invadir a unidade, quebrando uma porta de vidro. Guardas municipais intervieram e contiveram o tumulto.

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A faca usada no ataque foi encontrada no ponto indicado pelo suspeito e apreendida. Depois de receber atendimento, ele foi levado à Central de Flagrantes e autuado por homicídio.

A Polícia Civil investiga o caso.

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Polícia Civil e Vigilância Sanitária apreendem medicamentos irregulares em clínica de Barra do Garças

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Uma operação conjunta da Polícia Civil e da Vigilância Sanitária, deflagrada na tarde de quinta-feira (04.12), resultou na apreensão de diversos medicamentos irregulares durante fiscalização em uma clínica médica no município de Barra do Garças.

A ação, realizada pela equipe da 1ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças, integra os trabalhos da Operação Jaleco e teve como alvo o estabelecimento suspeito de aplicar medicamentos para emagrecimento sem a devida autorização dos órgãos reguladores.

Um médico, de 39 anos, responderá a inquérito policial para apurar os crimes de falsificação, adulteração ou comercialização de produtos terapêuticos sem registro, previsto no Artigo 273, §1º, inciso I, do Código Penal.

Durante a fiscalização na clínica, equipes encontraram substâncias com princípio ativo tirzepatida e retatrutida, medicamentos que não possuem selo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Um dos produtos, contendo retatrutida, trata-se de um fármaco experimental ainda em fase avançada de estudos clínicos, não autorizado para comercialização no Brasil.

Ao todo, foram apreendidas 25 ampolas e 11 canetas de medicamentos emagrecedores. O médico responsável pela clínica foi autuado pela Vigilância Sanitária devido às irregularidades e terá o estabelecimento submetido a sanções administrativas cabíveis.

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Além dos medicamentos apreendidos, as equipes localizaram frascos descartados no lixo do consultório. Os recipientes não apresentavam identificação regular nem comprovação de registro junto aos órgãos competentes, reforçando as suspeitas de uso e descarte inadequado de substâncias irregulares.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Raphael Diniz, o objetivo da operação é coibir práticas que coloquem em risco a saúde da população. “A operação segue em andamento e novas diligências poderão ser realizadas para identificar a origem dos medicamentos e possíveis vítimas”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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