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Orçamento estadual da LOA é aprovado sem debate, diz deputado; VEJA O VÍDEO

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Ana Paula Figueiredo

Deputado afirma que primeira votação ocorreu sem debate e que audiências públicas serão realizadas antes da aprovação final

O deputado estadual Carlos Avallone ( PSDB), afirmou nesta quarta-feira (3) que a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, segue a primeira votação do texto sem discussão adequada, gerando críticas de alguns parlamentares.

Avallone disse que a etapa inicial foi aprovada “apenas para cumprir o processo”, sem aprofundamento sobre o conteúdo do orçamento. “Não foi debatido nada. Simplesmente se votou para avançar a tramitação”, declarou.

O deputado explicou que, a partir desta quarta-feira, está aberto o prazo para apresentação de emendas, que poderão ser protocoladas até o dia 11, data limite estipulada pela Casa.

De acordo com o Parlamentar o volume de propostas será analisado rapidamente. “As emendas chegam até o dia 11, e em até 24 horas eu pretendo devolver o parecer para que a matéria siga para a Comissão de Constituição e Justiça”, detalhou.

Após a análise técnica, o texto retornará ao plenário para a segunda votação, prevista até o dia 17, antes do recesso de fim de ano. O parlamentar ressaltou que audiências públicas serão realizadas nesse intervalo, permitindo a participação da sociedade e a explicação das alterações sugeridas pelos deputados.

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‘Nada vai nos calar, nada vai nos desanimar’, diz Wellington Fagundes ao manifestar apoio a Flávio Bolsonaro

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JB News

por Marcos Antônio Padilha

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) tem feito diversas publicações em suas redes sociais em apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desde que o nome do filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi lançado como substituto oficial do pai para disputar a Presidência da República no próximo ano.

“Vamos trabalhar, sem descanso, para que a direita volte a conduzir o nosso país. Porque o Brasil merece esperança, merece verdade, merece coragem”, escreveu Fagundes em uma postagem acompanhada de fotos ao lado de Flávio Bolsonaro.

A escolha do nome de Flávio ocorreu na última sexta-feira (5), quando o próprio senador afirmou à imprensa que Jair Bolsonaro o havia escolhido para encabeçar uma possível chapa presidencial do PL em 2026. A indicação oficial partiu do ex-presidente — que, mesmo preso e inelegível, decidiu que Flávio seria o responsável por “dar continuidade ao nosso projeto de nação”. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou que, com o aval de Jair Bolsonaro, Flávio será o candidato do partido.

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“Nada vai nos calar, nada vai nos desanimar, mesmo diante de tudo o que estamos vivendo”, declarou Wellington Fagundes.

Apesar do apoio recebido e também das críticas à escolha de seu nome, Flávio Bolsonaro afirmou no domingo (7) que sua candidatura ainda não está garantida e que existe a possibilidade de ele desistir da disputa presidencial.

“Existe a possibilidade de eu não ir até o fim”, disse, acrescentando que sua renúncia teria “um preço”. Flávio não explicou o que seria esse “preço”, mas especula-se que estaria relacionado à votação, no Congresso, de um projeto de lei para perdoar condenados pelos atos de vandalismo contra prédios públicos no dia 8 de janeiro de 2023, em protesto contra o resultado das eleições. “Só quero que vocês pensem no que está em jogo no Brasil e em quanto vale para mim retirar minha candidatura”, afirmou.

Para Wellington Fagundes, a possível candidatura de Flávio Bolsonaro seria o elemento necessário para reaglutinar partidos da direita no país e garantir competitividade contra a tentativa de reeleição do presidente Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto.

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“Vamos nos levantar ainda mais fortes e seguir firmes rumo a 2026, para que a direita esteja novamente à frente do Brasil”, destacou o senador.

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