Saúde

No Rio, apenas 30% dos adultos receberam 2º reforço contra covid-19

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Menos de um terço da população adulta do Rio de Janeiro foi vacinada com a segunda dose de reforço dos imunizantes contra a covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, o percentual de pessoas com 18 anos ou mais que receberam a dose é de 30,1%.

A cobertura é bem inferior aos 99,8% daqueles que se imunizaram com as duas primeiras doses (ou com a dose única) e mesmo aos 73,6% dos que receberam a primeira dose de reforço.

O município do Rio de Janeiro começou a aplicar a segunda dose de reforço em pessoas com 70 anos ou mais no fim de abril. Depois, de forma gradual, passou a aplicar em faixas etárias cada vez mais jovens. A vez da população de 18 a 29 anos chegou no dia 28 de julho.

Com cerca de uma semana de imunização desta faixa etária, apenas 5% daqueles com 20 a 29 anos procuraram o segundo reforço.

A cobertura de segundo reforço ainda é baixa também para a população idosa. Apenas 58% das pessoas com 60 a 64 anos procuraram os postos para receber a dose. Entre aqueles com 80 anos ou mais, são apenas 60%. A maior cobertura está entre aqueles com 70 a 74 anos (67%).

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Crianças

Entre as crianças com 5 a 11 anos de idade, que já estão aptas a receber duas doses, 18% não se imunizaram e 24% só receberam a primeira dose. Dentre o público de 3 e 4 anos, que começou a receber a primeira dose entre a segunda e terceira semanas de julho, apenas 24% se imunizaram.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Diagnóstico de varíola dos macacos será feito nos Lacens até agosto

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Com 2.584 casos confirmados, o Brasil deverá ser capaz de diagnosticar a varíola dos macacos em todos os laboratórios centrais de saúde pública (Lacens) do país até o final de agosto, informou hoje (12), em entrevista ao programa A Voz do Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o ministro, o governo federal se antecipou à emergência de saúde pública de importância global declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho e articulou formas de lidar com a doença e receber pacientes no sistema público.

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga é o entrevistado no programa, A Voz do Brasil – Valter Campanato/Agência Brasil

“Desde maio, quando surgiram os primeiros casos na europa, o sistema único de saúde se preparou para enfrentar essa ameaça. Enfrentamos a emergência de saúde pública causada pela covid-19 e, desde o início, organizamos as estruturas dos laboratórios para fazermos o diagnóstico [da varíola dos macacos]”, informou.

Queiroga falou sobre a letalidade e a taxa de infecção da varíola dos macacos no Brasil, que em âmbito internacional causou cinco mortes em países considerados não endêmicos, segundo dados da OMS.

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“Vale lembrar que a letalidade dessa doença [varíola dos macacos] é baixa, ou seja, a maioria dos casos é simples, de tal sorte que não é algo que se assemelhe à covid-19, apesar de ser uma emergência de saúde pública global reconhecida pela OMS”, informou o ministro.

O ministro da Saúde lembrou que a grande maioria de casos de varíola dos macacos acomete homens que fazem sexo com outros homens, e que o principal vetor de transmissão é o contato direto pele a pele ou pelas mucosas. “Isso é uma observação epidemiológica. Não tem cunho de estigmatizar cidadãos. Qualquer um pode adquirir”, complementou.

Outro ponto apresentado pelo ministro da Saúde é que o uso de preservativos não impede a contaminação pela varíola dos macacos. Dentre as principais características da enfermidade estão: febre, lesões de pele, ínguas e crostas. “Os indivíduos devem ficar isolados”, explicou Queiroga, que estimou em três semanas o período de convalescência.

O ministro, que é médico, também afirmou que o tratamento da doença até o momento se dá pelo tratamento dos sintomas, enquanto medicamentos antivirais específicos contra a doença ainda estão sendo estudados.

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Poliomielite

Erradicada no Brasil em 1989, a poliomielite teve casos diagnosticados em outros países recentemente, relatou o ministro. Para evitar qualquer ocorrência da doença em solo nacional, Queiroga reforçou a importância da vacinação da Campanha Nacional de Vacinação, lançada no dia 7 de agosto.

“Qual é a nossa arma? A vacinação. É por isso que nós fazemos um apelo aos pais, aos avós: que levem filhos e netos para as salas de vacinação”, disse o ministro.

O esquema vacinal para a poliomielite tem duas fases. Na primeira, a criança toma 3 doses injetáveis: a primeira aos dois meses de vida; a segunda aos 4 meses de vida; a terceira aos 6 meses de vida. A segunda fase, de reforço, por via oral, deve ser administrada a partir de 1 ano e 3 meses de vida. A segunda dose das gotinhas deve ser dada aos 4 anos, e não deve ultrapassar os 6 anos, 11 meses e 29 dias de vida da criança.

Assista à entrevista em A Voz do Brasil:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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