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“Nenhuma gestante vai perder salário”, diz Abilio ao propor lei para servidoras da Prefeitura de Cuiabá

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Ana Paula Figueiredo

Projeto garante manutenção de benefícios durante a licença-maternidade e prevê pagamento retroativo

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, encaminhou nesta terça-feira (6) à Câmara Municipal um projeto de lei que assegura a manutenção de benefícios financeiros às servidoras gestantes durante o período de licença-maternidade, evitando redução salarial no afastamento.

Atualmente, ao entrarem em licença, muitas servidoras deixam de receber parcelas importantes da remuneração, como o Prêmio Saúde, a verba indenizatória e o adicional de insalubridade. O projeto busca corrigir essa distorção e garantir estabilidade financeira em um período de maior necessidade.

Pela proposta, a servidora gestante passará a receber a média dos valores percebidos nos últimos 12 meses referentes aos benefícios a que tinha direito antes do afastamento. O cálculo considerará um, dois ou todos os adicionais recebidos, conforme cada caso.

O anúncio foi feito pelo prefeito ao lado da primeira-dama e vereadora Samantha Íris. Segundo Abilio, a proposta representa respeito e valorização das mulheres no serviço público municipal. “A gestante precisa de tranquilidade para cuidar da saúde e da família, sem medo de prejuízo financeiro”, afirmou.

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O projeto também prevê efeito retroativo, para recompor valores de servidoras que, desde o ano passado, foram impactadas por mudanças nas regras do Prêmio Saúde e do adicional de insalubridade.

A matéria será analisada pela Câmara Municipal após o fim do recesso legislativo e tramita como prioridade da gestão.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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JB News

 

_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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