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MT institui programa preventivo contra acidentes à 3ª idade

Campanhas de Alerta

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LEI 10.942/19 é do deputado Eduardo Botelho

Por Itimara Figueiredo

A Assembleia Legislativa aprovou e o governo do Estado sancionou a Lei 10.942/19, que cria o Programa Estadual Educativo e de Prevenção de Quedas Acidentais, em especial, à terceira idade. De autoria do presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), objetivo é reduzir a ocorrência de fraturas na terceira idade, com campanhas de alerta nos postos de saúde, hospitais, farmácias e clubes da terceira idade, através de cartazes com orientações sobre o assunto.

Dentre as orientações, o programa vai auxiliar sobre os cuidados ao durante banho, levantar à noite, a postura, inclusive, sobre a importância da colocação de suportes [barras de apoio] nos banheiros para evitar quedas, bem como a retirada de possíveis obstáculos do quarto.

Outro alerta se refere à colocação de corrimão nas escadas. As secretarias de Estado de Saúde; de Assistência Social e Cidadania poderão contribuir sobremaneira à consolidação dessa iniciativa.

“A queda de idoso é um dos grandes problemas existentes. O idoso cai em casa, pode quebrar perna, ter uma recuperação difícil. Então, temos que fazer o trabalho de prevenção”, afirma Botelho.

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Fotos: Mauricio Barbant

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Guia intersetorial do MP vai orientar famílias de crianças com deficiência

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Foi oficialmente lançado nesta segunda-feira (09) o Guia da Rede Intersetorial de Atendimentos às Crianças com Deficiência em Mato Grosso, uma cartilha desenvolvida pelo Hospital Universitário Julio Müller (HUJM) em parceria com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT). A publicação já está sendo distribuída, gratuitamente, com o objetivo de orientar crianças e seus familiares a como proceder e onde buscar ajuda logo após receberem o diagnóstico da deficiência. A versão online pode ser consultada no anexo.

O guia é uma ferramenta do Projeto Encaminhos, que prevê o atendimento da criança com deficiência desde o nascimento até a entrada na escola, visando promover o desenvolvimento psicomotor, sensorial, afetivo e social. Conforme as diretrizes do projeto, antes de ir para a escola, essas crianças precisam ser preparadas para garantir respostas assertivas às especificidades e necessidades educacionais especiais. A cartilha se propõe a contribuir com isso, apresentando um guia de serviços para facilitar o diálogo entre profissionais da saúde, famílias e instituições. Além disso, a publicação traz as leis que garantem benefícios às pessoas com deficiência.

Quando fui procurado pelos profissionais do Hospital Universitário Julio Müller, senti a preocupação de todos eles em informar as famílias, a comunidade e as instituições de como agir na proteção dos direitos da criança e do adolescente de maneira mais eficaz. O médico, que muitas vezes recebe os pais e faz o diagnóstico da deficiência, agora saberá orientar essa família a quem procurar. Esse é um trabalho importantíssimo, por isso firmamos essa parceria e queremos estreitá-la ainda mais. Entramos com o papel de informar e mobilizar toda a sociedade”, contou o procurador de Justiça titular da Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente, Paulo Roberto Jorge do Prado.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso fez o projeto gráfico e imprimiu dois mil exemplares do guia, que está sendo distribuído nas unidades de saúde, escolas municipais e estaduais, conselhos tutelares, promotorias de Justiça, Conselho Regional de Medicina, Sociedade Mato-grossense de Pediatria, entre outros órgãos. Uma nova tiragem deverá ser impressa no próximo ano, para que a informação seja cada vez mais disseminada.

Para o gerente de Atenção à Saúde do HUJM, Cassiano Moraes Falleiros, o guia representa um importante passo para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) porque indica os locais onde podem procurar assistência. “A cartilha reúne o que o usuário necessita e o que o sistema oferece”, destacou. A médica infectologista Danyenne Rejane de Assis, uma das idealizadoras do material, enfatiza que a cartilha é uma ferramenta de humanização do atendimento. “Porque a partir do momento em que a gente faz o diagnóstico, precisamos oferecer opções de acompanhamento e inclusão dessa criança. Como médicos não podemos nos limitar a diagnosticar. Por isso o guia é um alento, afinal, possibilita um convívio social de mais qualidade a essas crianças”, argumentou.

Outra idealizadora da iniciativa, a psicóloga hospitalar Bia Calmon lembra que a luta durou dois anos e meio, desde a concepção, busca por parcerias, elaboração do material, até a impressão e distribuição do guia. “Tínhamos o anseio de fazer um folder informativo para orientar os pais e o resultado é uma cartilha com guia de serviços. Esse material é um divisor de águas, vai mudar a história dessas crianças. O médico é a autoridade no momento do diagnóstico e, se ele orientar os pais a procurar ajuda, eles certamente irão. Pois, o que falta, é informação e encaminhamento”, assegurou.

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