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MPA encerra a participação na COP15 com painel sobre mitigação da captura incidental de pequenos cetáceos

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Nesta sexta-feira (27/03), O Ministério da Pesca e Aquicultura realizou o último painel na 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS). Dessa vez o tema foi “Mitigação da captura incidental de pequenos cetáceos: fortalecendo a cooperação na Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS)”. 

O painel é organizado pela Assessoria Especial Internacional (ASIN) do Ministério da Pesca e Aquicultura do Brasil, em colaboração com representantes do Ministério do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Costa do Marfim, da Fundação Cethus, da Universidade de Washington, da Reserva Extrativista Mãe Grande de Curuçá e da Comissão Internacional da Baleia (CBI). 

Plano de Ação Regional para Bagres Migratórios Amazônicos 

Na quinta-feira (26/03), o MPA continuou as discussões sobre a migração dos bagres amazônicos, com o painel “Pesca e conectividade: um Plano de Ação regional para os bagres migratórios da Amazônia”. 

Durante sua fala, a secretária Nacional de Registro, Monitoramento e Pesquisa da Pesca e Aquicultura, Carolina Dória, reforçou a necessidade de se implementar medidas de governança internacionais. “Uma governança efetiva exige cooperação transfronteiriça, harmonização de políticas de pesca, sistemas compatíveis de monitoramento, compartilhamento de dados e integração com a gestão das bacias hidrográficas”, declarou.  

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Para tanto, o Ministério defendeu na COP15 a implementação do Plano de Ação Regional para Bagres Migratórios AmazônicosCarolina explicou que o documento “traz recomendações sobre o papel da governança para garantir a conectividade e a sustentabilidade da pesca. Entre as prioridades estão o fortalecimento do monitoramento, cooperação científica, proteção de habitats críticos e coordenação na gestão de estoques compartilhados. Para o MPA, é uma oportunidade concreta de avançar na construção de uma governança regional mais integrada”. 

Logo após o painel, o Plano foi aprovado pela CMS e deve começar a ser implementado pelos países integrantes da Bacia Amazônica. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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AGRONEGÓCIOS

Ministro André de Paula visita Inmet e reforça apoio à modernização para fortalecer a agropecuária brasileira

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, realizou visita institucional ao Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), nesta segunda-feira (13), em Brasília, onde conheceu a estrutura do instituto, incluindo o Centro de Previsão Meteorológica, a área de processamento de dados e as instalações que passaram por reforma para modernização do local.

Acompanhado do secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, e da chefe de gabinete, Adriana Toledo, o ministro foi recebido pelo diretor do instituto, Carlos Alberto Jurgielewicz.

Com 116 anos de atuação, o Inmet, vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), é referência nacional no monitoramento do tempo e do clima para emissão diária de previsões, avisos de tempo severo e boletins agroclimatológicos, prestando serviços estratégicos para a agropecuária brasileira e para a sociedade. Atualmente, o instituto conta com cerca de 700 estações meteorológicas, entre automáticas e convencionais, além de uma rede parceira que reúne cerca de 10 mil estações cadastradas, ampliando a capilaridade das informações em todo o território nacional.

O processo de ampliação da rede de monitoramento foi um dos principais temas apresentados durante a reunião. Na ocasião, foram citados como exemplos o número de estações no Rio Grande do Sul, que passou de 44 para 98 em apenas um ano, e em Mato Grosso, onde a rede foi ampliada com a instalação de mais 27 unidades. Também foram abordadas ações em andamento, como o projeto de implantação de 220 novas estações voltadas ao monitoramento na área de influência de Furnas, nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, que irá mitigar os efeitos das mudanças climáticas, garantir maior segurança energética e apoiar a gestão eficiente dos recursos hídricos. Em Pernambuco, a previsão é de ampliação para 19 estações.

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Ao final da visita, o ministro André de Paula ressaltou a importância estratégica do Inmet para o desenvolvimento do agro brasileiro. “Não é possível pensar em uma agricultura de sucesso sem considerar os fatores climáticos e o acesso a informações meteorológicas de qualidade”, afirmou.

O ministro também destacou os investimentos realizados na modernização do instituto e a renovação do quadro técnico por meio de concurso público, reforçando que o fortalecimento do Inmet é essencial para garantir serviços cada vez mais eficientes ao setor produtivo.

Segundo o diretor Carlos Alberto Jurgielewicz, os investimentos em infraestrutura e tecnologia têm elevado a capacidade operacional do instituto. “Estamos trabalhando para entregar ao Brasil a melhor meteorologia e a melhor assertividade. Já alcançamos 85% de precisão nas previsões meteorológicas e, com a chegada dos novos concursados, avançaremos ainda mais”, destacou.

O secretário-executivo Cleber Soares enfatizou que inovação, tecnologia e produtividade no campo precisam caminhar lado a lado com a meteorologia, ferramenta indispensável para o planejamento e a tomada de decisão no setor agropecuário.

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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