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Morre a publicitária Daniela Leiko Mori aos 36 anos

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Luto na comunicação

Por Denise Niederauer

A comunicação de Mato Grosso, está em luto. A publicitária Daniela Leiko Mori, 36 anos, da Íntegra Comunicação, morreu na manhã deste sábado (26.09), de um acidente vascular cerebral (AVC), e de uma parada cardiorrespiratório, logo depois de ter morte cerebral diagnosticada pelos médicos. Amigos e colegas prestaram homenagens a profissional, nas redes sociais.

Juliana Scardua lamentou a morte prematura de Daniela. “Com tristeza profunda, comunicamos a todos que a nossa colega de trabalho e amiga, Daniela Leiko Mori. De uma sensibilidade rara, noiva, filha e irmã dedicada, mãe de pet com orgulho, publicitária e, acima de tudo, pessoa do bem, nossa Dani deixa as marcas do cuidado com o outro e o comprometimento e responsabilidade com tudo e todos! “, destacou. A também colega e amiga de trabalho, jornalista Glenda Cury, disse: ” Eternamente em nossos corações”.

A equipe do JBNews, lamenta a morte da querida Dani Mori, mais uma grande perda na comunicação, do Estado.

Nossos sentimentos à família e amigos, e que Deus conforte o coração de cada um. O velório será na Capela Jardins a partir da meia-noite, em Cuiabá.

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Policial militar é condenado à perda da função pública em Rondolândia 

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Um policial militar de Rondolândia (a 735km de Cuiabá) foi condenado à perda da função pública, ressarcimento integral do dano causado ao erário, pagamento de multa civil de três vezes o valor do dano e suspensão dos direitos políticos pela prática de atos de improbidade administrativa. Conforme Ação Civil Pública (ACP) proposta pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juína, que foi julgada integralmente procedente, o agente público cometeu atos ilícitos violadores da moralidade pública.

De acordo com a inicial, o requerido exercia o cargo de 3º Sargento PMMT e atuava na função de comandante da unidade da Polícia Militar no Município de Rondolândia quando foi escalado para o plantão durante o feriado de Carnaval no ano de 2011. Na época, ele decidiu se ausentar do trabalho, sem comunicação nem autorização de seus superiores hierárquicos. Valendo-se do fato de estar no comando da unidade por ser o PM de maior graduação, apropriou-se da viatura policial, uma caminhonete L-200, e viajou até a cidade de Comodoro, onde supostamente havia armas a serem recolhidas.

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Coincidentemente, o policial foi acompanhado do filho na viagem, que deveria embarcar no terminal rodoviário com destino à cidade de Porto Estrela. Os viajantes se atrasaram para o embarque e o sargento decidiu levá-lo de carro. Passaram pela cidade de Aripuanã, onde o requerido resolveu questões particulares, e seguiram até Porto Estrela. Na sequência, ele se deslocou até Cáceres e retornou a Rondolândia depois de cinco dias. Segundo o MPMT, o requerido percorreu todo esse itinerário com veículo oficial, que foi abastecido às custas do erário.

“Não importa se foram ‘somente’ R$ 677,08 de combustível, a par da depreciação do veículo, do consumo de pneu, fluído, pastilha de freios e embreagens, o que releva denotar é o agir manifestamente ilícito, às escondidas, de forma sorrateira, usando de subterfúgios e escaramuças, para mascarar o que pululou a partir das investigações administrativas: a apropriação do veículo oficial para uso privado do ‘responsável pelo comando do Núcleo da Polícia Militar’ na região, que se investindo de autoridade que nunca teve, decidiu deixar a cidade desamparada para atender seus caprichos e interesses pessoais e, além de tudo, ainda o fez usando dinheiro público para subsidiar sua viagem particular”, afirmou o magistrado Fabio Petengill na sentença.

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