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Ministro da Saúde pede demissão em meio a crise de Pandemia no Brasil

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Baixa no Pelotão.

 

O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou  agora pela manhã, sexta-feira (15), o seu cargo no ministério  antes mesmo de completar um mês frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.
Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) no país.
Nos últimos dias, o presidente Bolsonaro e Teich tiveram desentendimentos sobre o uso da cloroquina para tratamento de pessoas infectadas com o vírus.
O presidente Jair Bolsonaro queria mudar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.
Com essa mais nova baixa no governo, as especulações são de que um general do exército pode vir assumir o Ministério da Saúde.

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Ministro Barroso diz que quem vai bater o martelo sobre a realização das eleições municipais em 2020 serão os sanitaristas

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O ministro Luís Roberto Barroso do Supremo TribunalFederal (STF) assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira 25, e em seguida afirmou quem vai bater o martelo sobre a realização das eleições municipais em 2020 serão os sanitaristas.

Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Barroso diz que a decisão a respeito do tema deve ser tomada no final da primeira quinzena de junho, em conjunto com o Congresso, mas ele não cogita adiar as eleições em um primeiro momento, e nem coloca a prorrogação dos mandatos atuais em debate.

Segundo o ministro “A prorrogação de mandato é antidemocrática em si, porque os prefeitos e vereadores que lá estão, foram eleitos por um período de quatro anos. Faz parte do rito da democracia a realização de eleições periódicas e o eleitor ter a possibilidade de reconduzir ou não seus candidatos”, diz,.

Ressaltou  que uma eventual prorrogação de mandatos não encontra respaldo na Constituição, mas que poderia ser excepcionalmente autorizada por meio de emenda aprovada pelo Congresso Nacional.

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