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Miguel Vaz tem 5ª pesquisa impugnada pela Justiça

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JB News

O candidato a prefeito por Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, já teve cinco pesquisas de intenção de votos impugnada pela Justiça Eleitoral. Em decisão proferida nessa quarta-feira (11.11), o juiz eleitoral Cristiano dos Santos Fialho, determinou a suspensão da divulgação, por qualquer meio de comunicação, da pesquisa Real Dados sob pena de multa no valor de R$ 100 mil.

Essa é a quinta pesquisa da Coligação de Miguel Vaz que foi impugnada por indício de fraude. Ao todo, três do Instituto Real Dados, uma do Instituto Voice e uma do Instituto Mark já foram proibidas de serem divulgadas.

Registrada no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle), com o número MT02369/2020, a Coligação de Miguel Vaz sofreu mais uma derrota faltando apenas quatro dias para as eleições.

A última polêmica envolvendo Miguel Vaz foi a divulgação de pesquisa impugnada pela Justiça, sob artefato de pagar a multa, mas, garantir a circulação das pesquisas nos meios de comunicação.

“DEFIRO o pedido de tutela de urgência, para o fim de determinar a imediata suspensão da divulgação dos resultados da pesquisa eleitoral registrada com o número MT- 02252/2020”, trazia trecho de decisão anterior do juiz e que, ao arrepio da lei, não foi cumprida.

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Cidades

MP aciona shopping e loja em Tangará da Serra por desabamento

Danos Morais e Coletivos

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Tangará da Serra (a 239km de Cuiabá) ajuizou ação civil pública com pedido de danos morais difusos contra Lojas Americanas S/A e Tangará Shopping Center, em razão do desabamento da cobertura da loja em julho de 2019, colocando em risco a vida e a integridade das pessoas que transitavam pelo estabelecimento. O Ministério Público requer liminarmente o bloqueio de ativos financeiros dos requeridos até o valor de R$ 1 milhão.

No julgamento do mérito, o promotor de Justiça Thiago Scarpellini Vieira pede a condenação ao pagamento conjunto de R$ 1 milhão a título de dano moral causado, difusamente, à sociedade. O montante deverá ser revertido para o Fundo Municipal dos Direitos do Consumidor de Tangará da Serra (com a incidência de juros de mora, pela Taxa Selic, desde o evento danoso).

O promotor de Justiça consignou na inicial que “a obra de reforma do telhado das Lojas Americanas era irregular e não atendia as normativas técnicas, colocando em risco a saúde e segurança dos consumidores, entre eles crianças e idosos”. Segundo Thiago Scarpellini Vieira, o motivo do desabamento da cobertura da loja foi o excesso de sobrecarga sobre o telhado e, no momento do acidente, havia clientes no interior da loja, e, infelizmente, duas pessoas ficaram feridas, sendo uma delas gravemente.

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