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Mesa diretora reeleita tomou posse para novo mandato na ALMT

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Por Denise Niederauer

A posse da mesa diretora reeleita da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para continuar no comando pelos próximos dois anos, o biênio 2021-2023 aconteceu nesta segunda-feira (01. 02), às 9h da manhã.

A cerimônia oi realizada de forma virtual, por meio da plataforma Zoom, com o objetivo de evitar propagação do novo coronavírus (Covid-19).

O presidente, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), segue para o seu terceiro mandato. A deputada Janaína Riva (MDB) permanecerá como vice-presidente e Max Russi (PSB), como primeiro-secretário.

Foram empossados ainda para completar a mesa os deputados estaduais Wilson Santos (PSDB), como 2º vice-presidente, Valdir Barranco (PT), como 2º secretário, deputado Claudinei Lopes (PSL), como 3º secretário e Paulo Araújo (Progressistas), como 4º secretário.

O supervisor legislativo da Secretaria de Serviços Legislativos (SSL) da ALMT, Gabriel Barros, explica que, ao contrário do primeiro biênio da legislatura, não há um rito regimentalmente definido para a posse da mesa diretora no segundo biênio.

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Nesta cerimônia, a deputada Janaina Riva, na condição de vice-presidente da mesa que está se encerrando, deu posse ao presidente. E logo seguida , Eduardo Botelho empossou os demais membros.

A nova mesa diretora foi eleita com 22 votos no dia 10 de junho de 2020. Conforme prevê a constituição estadual, a eleição deveria ocorrer em setembro, no entanto, a alteração da data aplicada excepcionalmente ao segundo biênio da 19ª legislatura ocorreu após aprovação da Emenda Constitucional 01/2020. A recondução dos membros da mesa diretora passou a ser permitida após aprovação da Emenda Constitucional 63/2012.

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Fávaro assina requerimento por CPI ampla para apurar irregularidades na pandemia

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Por Glaucio Nogueira

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) assinou o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar irregularidades cometidas por gestores públicos no âmbito do estado de calamidade gerado pela pandemia da Covid-19. O pedido para a instalação da investigação foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e já conta com o número mínimo de assinaturas para ser instalada.

Ao apoiar a CPI, Fávaro destaca que embora entenda não ser este o melhor momento para a instalação de uma Comissão, ela precisa ser séria e técnica. “Sempre disse que o momento era para buscarmos salvar vidas. Uma vez que a CPI é inevitável neste momento, sobretudo por conta de uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que ela apure então todas as suspeitas de improbidade nas três esferas, federal, estadual e municipal”.

A decisão citada por Fávaro foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana e determinava a instalação imediata de uma CPI para apurar eventuais omissões do Governo Federal. “Havia um grande risco de que esta CPI se tornasse um palanque, visando as eleições de 2022. Com a ampliação do escopo da apuração, vamos ter a oportunidade de um trabalho sério, técnico, pautado apenas e tão somente na busca por informações destes casos suspeitos”, pontua o senador mato-grossense.

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No requerimento apresentado, Girão ressalta que até dezembro do ano passado, ao menos 61 operações foram deflagradas pela Polícia Federal para apurar supostos crimes contra a administração pública cometidos com o intuito de desviar recursos públicos destinados ao combate à pandemia. Neste período, foram emitidos mais de mil mandados de busca e apreensão e 144 de prisão. No total, o valor dos contratos investigados é de quase R$ 2 bilhões.

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CPI COVID ampla (1)

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