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Max Russi defende RGA acima da inflação para servidores estaduais

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Por Alisson Gonçalves

O deputado Max Russi (PSB), que assumirá a presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, defende que o Governo do Estado conceda uma Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores públicos acima do índice da inflação.

O Governo propôs uma RGA de 4,1% para 2025, baseada no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acumulado dos últimos 12 meses.

Este valor é inferior aos 4,62% pagos em 2024, que refletiram a inflação de 2023.

Max argumenta que o ideal é que o reajuste ultrapasse a inflação, considerando a capacidade de pagamento do Governo. “Quanto mais o Governo puder pagar, melhor”, destacou em entrevista na manhã desta quarta-feira,08.

Ele reafirmou que o mínimo aceitável seria a recomposição total da inflação, mas espera que o percentual possa ser superior.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) foi aprovada em dezembro, mas as contas e o índice de RGA serão avaliados em janeiro.

Max espera que o Governo encaminhe rapidamente o projeto da RGA para a Assembleia, permitindo a votação e aprovação do reajuste ainda em janeiro.

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“Assim que chegar a proposta, estaremos prontos para votar e garantir o direito dos servidores. Se necessário, convocaremos uma sessão extraordinária”, garantiu Max.

O índice oficial da RGA deve ser divulgado até 10 de janeiro, e a expectativa é de que o pagamento seja feito na folha salarial deste mês.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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