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Max Russi cobra ações contra exploração infantil e defende debate de regulação de conteúdos nas plataformas digitais

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Por Alisson Gonçalves

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi, afirmou nesta quarta-feira,13, que o Parlamento estadual deve intensificar o debate sobre o combate à exploração infantil.

Em entrevista à imprensa, ele ressaltou a importância de criar leis, promover debates e investir em conscientização para proteger crianças e adolescentes.

“Podemos e devemos discutir. É uma pauta importantíssima para trabalharmos de forma próxima, com legislações, debates e conscientização. Como avô, tenho uma preocupação muito grande com isso”, disse o parlamentar.

Ao ser questionado sobre possíveis regulamentações das plataformas digitais e punições mais severas para crimes de exploração, Russi defendeu que o caminho seja construído a partir do diálogo. “Temos que encontrar meios que protejam nossas crianças, que são um grande patrimônio”, afirmou.

Durante a entrevista, o presidente da ALMT também comentou sobre o impasse envolvendo a Santa Casa de Misericórdia.

Segundo ele, em reunião com o governador Mauro Mendes, recebeu a garantia de que a estrutura física não será fechada.

“O governador nos assegurou que, se a Santa Casa deixar de funcionar, outra unidade de saúde de igual qualidade será instalada no local. É uma estrutura centenária e de grande significado para a população. Vamos cobrar para que essa promessa seja cumprida”, declarou.

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Max Russi garantiu que a Assembleia continuará acompanhando o tema da exploração infantil e atuando para que a população não perca o atendimento médico na região.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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