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Max Russi acredita que Turismo pode alavancar geração de empregos no Norte Araguaia

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JB News

Parlamentar acompanhou comitiva do governador Mauro Mendes e participou de visita a municípios de região. Trajeto entre Luciara e São Félix do Araguaia foi feito de barco.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), acredita que mais investimentos em infraestrutura poderão impulsionar o desenvolvimento dos municípios do Norte Araguaia. O líder do Parlamento citou o turismo como principal alavanca de geração de emprego e renda para a região. “Turismo gera emprego, gera renda, gera desenvolvimento para a região. E a Assembleia está aqui para ser parceria em todo e qualquer projeto, que garanta esse desenvolvimento”, assegurou.

Russi está otimista, após ter participado de uma visita a 13 municípios do Araguaia, junto ao governador Mauro Mendes e um grupo de deputados estaduais, federais e senadores.

As atividades tiveram início na última quinta-feira (22), em Alto Araguaia. Após concluir o trajeto de boa parte da MT -100, rodovia que passa por uma restruturação, e ter cruzado o Rio das Mortes, entre Cocalinho e Nova Nazaré, a comitiva finalizou as vistorias em Luciara e São Félix do Araguaia neste sábado (24), onde também visitou as orlas de ambos os municípios e se reuniu com os prefeitos para discutir diversas pautas, que envolvem todos os seguimentos, com representantes das comunidades.

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Max Russi avalia que Governo do Estado tem feito importantes investimentos naquela região e esse trabalho tem sido fundamental. Um deles é a pavimentação de rodovias estaduais que, conforme o próprio Max, 30% dos serviços de asfaltamento em Mato Grosso tem
sido aplicados em estradas do Araguaia. “Esses, como os investimentos na saúde, tem ajudado muito a toda nossa região. Precisamos avançar mais.

Essa visita nos dá a certeza de que essa gestão está olhando por essa população e nós, Assembleia Legislativa, como todos os deputados, estamos juntos, para atuar, fiscalizar e cobrar, para que a as coisas possam acontecer e assim os avanços aconteçam”, complementou.

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Gás GLP para uso industrial e comercial vendido em Mato Grosso terá a menor alíquota de ICMS do País

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Projeto de Lei idealizado pelo Estado equipara o valor do tributo ao percentual praticado pelos estados da Bahia, Goiás, Amapá, Rondônia, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal

Érika Oliveira | Secom-MT

Governo de Mato Grosso reduz alíquota do gás GLP – Foto por: Assessoria

Assim como os demais produtos que dependem da política de preços praticada pela Petrobras, o gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso industrial e comercial tem sofrido constantes altas, impactando fortemente setores já penalizados pela pandemia da Covid-19. Em Mato Grosso, a partir de janeiro de 2022, o GLP industrial terá um corte de 5% na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passará a ser de 12%, a menor do País.

A proposta do Governo do Estado que prevê a redução de impostos sobre itens como a energia elétrica, gasolina, comunicação, gás GLP e diesel foi encaminhada para a Assembleia Legislativa e aguarda aprovação dos deputados.

Com o pacote de redução de ICMS, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, valor que permanece no bolso dos contribuintes.

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Diferente do popular gás de cozinha que é comercializado por meio de botijões, o GLP é encanado e tem papel fundamental como combustível sustentável, eficiente e versátil.

A maior parte de empresas, indústrias e também o agronegócio podem se beneficiar do GLP, como a têxtil, na secagem de tecidos e fixação de pigmentos; a alimentícia, na pasteurização e preparo de alimentos e bebidas; agropecuária, na secagem e torrefação de grãos e aquecimento de ambientes; automotiva, na secagem da tinta usada para pintar os veículos; mineradora, como fonte de energia para esteiras e bombas d’água; e gráfica, na secagem do papel preso em máquinas rotativas.

Sujeito ao valor do barril do petróleo e à cotação do dólar, o GLP industrial teve reajuste médio de 8% por parte da Petrobrás este ano. As constantes altas se devem à política de preços praticada pela empresa, que faz com que os valores dos combustíveis sofram reajustes de acordo com a variação cambial.

Gás de cozinha

O Estado de Mato Grosso já aplica a menor alíquota de ICMS do Brasil sobre o gás de cozinha. Vale destacar, ainda, que o imposto cobrado a título de ICMS em Mato Grosso caiu. No mês de maio, conforme tabela da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor do tributo foi de R$ 11,68, um dos mais baixos do País.

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A composição do preço do gás de cozinha no Estado é de 12% do ICMS; 38,7% é o índice da revenda e lucro pelas distribuidoras; e 49,3% é o valor cobrado pela Petrobrás.

 

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