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Mauro Mendes promove mudanças na Seaf e Indea

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Por Denise Niederauer

 

O governador Mauro Mendes promoveu mudanças nas pastas da Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural (SEAF), e no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea).

O advogado e ex-superintendente regional do Incra-MT, Clóvis Figueiredo Cardoso foi nomeado para o cargo de secretário-adjunto de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Rural (SEAF), e a advogada Emanuele Gonçalina de Almeida para a presidência do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso. A Decisão foi publicada no Diário Oficial do nessa quarta-feira (20.01).

 

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Justiça pede bloqueio de R$ 29,8 milhões de Sergio Ricardo, Mauro Savi mais 4 por fraudes

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Da Redação

A saga e o inferno astral do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Sérgio Ricardo de Almeida para provar sua inocência nos crimes de fraudes e corrupção, o qual seu nome vem sendo envolvido, a cada dia piora mais.
Após receber o aval do Superior tribunal de Justiça (STJ), para voltar ao cargo de Conselheiro no TCE-MT, Sérgio Ricardo precisa provar que não comprou a vaga na cadeira de conselheiro no tribunal, enquanto isso outros processos que envolvem o seu nome em suposto crime por fraudes e corrupção, quando ainda era deputado estadual atormentam e lhe tira o sono.

Dessa vez, o Juiz Bruno D´Oliveira Marques, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), determinou o bloqueio de mais de R$ 29 milhões de reais em bens dos ex-deputados estadual Mauro Savi, Sergio Ricardo de Almeida, do ex-secretário da Assembleia Legislativa de MT (ALMT), Luiz Márcio Pommt. O bloqueio também atingiu os bens dos empresários, Jorge Luiz Martins Defanti, Adair Noragrol e João Dorileo Leal.

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A decisão foi proferida nesta quarta-feira (03.03), que segundo a denúncia, os réus participaram de esquemas de fraudes nas licitações na casa de leis estadual conforme delatado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva.
Segundo Riva, os materiais gráficos foram comprados e nunca foram entregues para a Assembleia, somente emitiam notas frias.
O ministério público de Mato Grosso (MPE-MT) alega que durante as investigações “comprovou-se que o referido pregão não passou de um subterfúgio para apropriação de receita pública pelos operadores do esquema na ALMT (Jose Geraldo Riva,, Mauro Savi, Sérgio Ricardo de Almeida, e Luiz Márcio Pommot). Cada um deles, em suas diferentes funções, agiram cientes de que o referido Pregão Presencial objetivava o desvio de recursos públicos para pagamento de propina aos deputados estaduais nas suas mais variadas formas, como mensalinho, financiamento de companhas eleitorais, compra de votos para eleições da mesa diretora”.
No seu depoimento o ex-deputado estadual José Geraldo Riva, afirma que as licitações para a aquisição de materiais gráficos eram realizadas com o intuito de desviar recursos públicos para pagar o denominado mensalinho a parlamentares, financiar companhas eleitorais e comprar de votos para eleições da mesa diretora.

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