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Mauro Mendes confirma em Barra do Garças que Pivetta aceitou ser seu vice-governador em chapa de reeleição

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Por Alisson Gonçalves

Em entrevista a imprensa na manhã desta segunda-feira 1 de Agosto,o governador de MT Mauro Mendes UB (UB), confirmou que o Pivetta aceitou continuar sendo seu vice.

A informação foi dada, durante visita ao município de Barra do Garças, onde governador e o ministro da Infraestrutura Marcelo Sampaio, fizeram vistorias em obras, além de debaterem outros  projetos para o município.

Apesar de confirmar que Pivetta deve continuar ao seu lado, Mendes informou que alguns detalhes devem ser definidos, mais não  disse que detalhes são esses.

Desde que anunciou seu nome para uma disputa a reeleição, Mauro Mendes convidou Otaviano Pivetta para uma “dobradinha”, sem esconder que o queria seu lado.

Mendes sempre mostrou interesse em andar lado a lado de Pivetta, e sempre o elogiou como um ótimo parceiro.

A confirmação de toda chapa será feita na convenção do União Brasil que acontece nesta sexta-feira 5 de Agosto.

Na convenção será votada e apresentada as chapas que irão compor a majoritária, que irá formar o palanque de Mauro Mendes, e os nomes que de suplentes ao senado, uma vez que o senador Wellington Fagundes (PL), já é confirmado com candidato a reeleição no grupoo governista.

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Mauro Mendes contesta decisão do MPF sobre impactos em terras indígenas para construção da Ferrovia Estadual

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Por Alisson Gonçalves

O Governador de MT e Candidato a reeleição Mauro Mendes (UB), críticou a decisão do (MPF) Ministério Público Federal, que suspendeu a documentação de licença ambiental para a empresa responsável pela construção da Ferrovia Estadual em MT.

A crítica foi feita na manhã desta sexta-feira 12 Agosto, durante uma entrevista a Rádio centro América FM.

Segundo Mendes, essa decisão do MPF está equivocado, já que não existes impactos sobre a terra indígenas.

Segundo o MPF, a suspensão da Licença Ambiental, seria porque faltava estudos técnicos de qual seria o impacto em terras indígena, uma vez que a Ferrovia deve passar pelas terras Tadarimana e Tereza Cristina, local que abriga os índios  Bororo.

Mauro explicou que o entendimento do MPF, está errado uma vez que às obras fica a quase 10 KM de distância de qualquer tribo indígena.

” Se toda obra que o governo for fazer precisar de estudo, para saber qual impacto em terras indígenas é melhor o estado parar”.

“Então se eles andam no estado inteiro, todo lugar que o índio passar tiver que fazer um estudo de componente indígena nós vamos parar o estado de MT” disse Mendes.

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Segundo Mendes,  o índio vive em todo estado MT, muito de suas aldeias são próximos a obras que o governo está fazendo, como é  esta obra da ferrovia, que deve ligar Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, levando mais agilidade na transportação de soja, entre outros bens de consumo e serviços. Dando além da agilidade, a diminuição no valor do frete, colocando MT em um nível melhor na competência no mercado.

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