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Mato Grosso registra 53.440 casos e 1.902 óbitos por Covid-19 neste domingo

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Domingo (02): Mato Grosso registra 53.440 casos e 1.902 óbitos por Covid-19

Há 316 internações em UTIs públicas e 293 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 85,44% para UTIs adulto e em 33,14% para enfermariasA

Fernanda Nazário

Com informações  SES-MT

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria – Foto por: Tchélo Figueiredo – Secom/MT

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (02.08), 53.440 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 1.902 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado e 26 mortes nas últimas 24 horas.

Foram registradas 289 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 53.440 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 18.272 estão em monitoramento e 33.266 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 316 internações em UTIs públicas e 293 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 85,44% para UTIs adulto e em 33,94% para enfermarias adulto.

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Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (11.726), Várzea Grande (4.215), Rondonópolis (3.294), Lucas do Rio Verde (2.860), Tangará da Serra (2.322), Sorriso (2.172), Sinop (2.079), Primavera do Leste (1.824), Nova Mutum (1.461) e Pontes e Lacerda (945).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

O documento ainda aponta que um total de 50.756 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 3.128 amostras em análise laboratorial.

Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Neste sábado (01), o Governo Federal confirmou 2.707.877 casos da Covid-19 no Brasil e 93.563 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 92.475 óbitos e 2.662.485 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não informou os dados deste domingo (02).

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Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:
– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

DOWNLOAD 

  • Boletim Covid 02.08.20

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COVID-19

Comissão Nacional defende retomada das aulas presenciais

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JB News

A Comissão Permanente de Educação (Copeduc) que integra o Grupo Nacional de Direitos Humanos(GNDH), órgão do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justiça (CNPG), aprovou dois enunciados que tratam da retomada das aulas presenciais em todo o país, naquinta-feira (17).Membros dos Ministérios Públicos de todos os Estados e da Uniãodefenderam quea retomada das aulas presenciais –de maneiraregrada, gradual, híbrida e progressiva –éimprescindível porestarrelacionada à garantia de direito humano fundamental.

Mato Grosso foi representado pelopromotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior,da8ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá e coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO)doMPMT.Trabalharemos numprimeiro momento para fiscalizar se os protocolos de biossegurança serão devidamente cumpridos e implementados em cada unidade escolar, bem comopara garantir oacesso à educaçãotambémpara aqueles que se sentirem inseguros ou forem do grupo de risco, por meio do ensino híbrido.Esperamosque seja um processo transparente dos municípios e do estado”,defendeuo integrante do MPMT.

Os enunciadosserão apresentados no dia 22 de setembro, em uma reunião conjunta com a Comissão Permanente de Defesa da Saúde (COPEDS) e a Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Idoso (COPEDPDI). Nesse encontro serão discutidasquestões transversais como parâmetros mínimos para os protocolos sanitários para o retorno e para a proteção dos interesses de alunos com deficiências.Depois, eles serãosubmetidosà aprovação do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Justiça.

Confira os enunciadosna íntegra:

1)Ao Ministério Público compete a fiscalização da retomada das aulas presenciais considerando os critérios sanitários aprovados pelo poder público, submetendo-os, na hipótese de insuficiência, às providências legais. Definidos os protocolos sanitários e pedagógicos próprios para a política educacional, a retomada das aulas presenciais, embora regrada, gradual, híbrida e progressiva, faz-se imprescindível porquanto relacionada à garantia de direito humano fundamental.

2)O Ministério Público deve, enquanto vigente o Decreto de Calamidade ou de Emergência devido à pandemia Covid-19, adotar as medidas necessárias visando à assegurar aos pais ou responsáveis a opção pelas aulas não presenciais. Nesse contexto, compete, ainda, ao Ministério Público o dever de fiscalizar o poder público, em especial a escola e os órgãos públicos de assistência social, saúde e proteção à infância, quanto à efetiva escolha das famílias e a concreta participação nas atividades não presenciais, havendo obrigação de realizar busca ativa desses estudantes, a fim de garantir o seu direito à educação, bem como a verificação de situação de vulnerabilidade.

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