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Levantamento diferenciais competitivos que podem gerar ágio aos produtores rurais

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Cultivares de algodão TMG mostram diferenciais competitivos em qualidade de fibra

Resultados foram divulgados pelo Centro de Análise de Fibras de Algodão da Abapa e são referentes à região Matopiba, que abrange quatro estados


O levantamento do mês de setembro do Centro de Análise de Fibras de Algodão da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), entidade que é referência em análise de qualidade de fibra no Brasil, apontou, na região Matopiba (que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), que as cultivares de algodão TMG 44B2RF e TMG 47B2RF apresentam diferenciais competitivos que podem gerar ágio aos produtores rurais no momento da entrega para a exportação da pluma.

De acordo com os dados, características intrínsecas da qualidade de fibra das duas variedades, como comprimento (mm) e micronaire, estão dentro do intervalo de recebimento de prêmio, conforme os critérios da Agência Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) para intervalo de ágio e deságio. Os resultados comprovam que as duas cultivares de algodão TMG testadas, entregam qualidade de fibra premium, ou seja, de padrão internacional de exportação.

O laboratório da Abapa analisou 107,3 mil amostras da TMG 44B2RF e mais de 56 mil da TMG 47B2RF até o dia 4 de setembro de 2019. Na característica comprimento, mais de 90% das amostras de ambas as cultivares estariam aptas para receber ágio de exportação. Na análise de micronaire, 100% das amostras estão de acordo com os critérios da Anea e não sofreriam deságio (desconto).

Sérgio Alberto Brentano, gerente do Centro de Análise de Fibras de Algodão da Abapa, comenta que os dados do levantamento abrangem um excelente número de amostras, de uma região extensa de produção de algodão e envolve diferentes produtores. “O levantamento tem muita confiabilidade, é um resultado robusto estatisticamente falando”, destaca.

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Ramulária

Considerada a principal doença fúngica da cotonicultura, a ramulária pode causar enormes prejuízos. Uma das formas de manejo para reduzir os danos causados pela doença é a escolha de variedades tolerantes. A Tecnologia RX, desenvolvida pela TMG, agrega tolerância à ramulária nas cultivares TMG 44B2RF e TMG 47B2RF.

Experimento realizado em área de pesquisa de Campo Verde (MT) na safra 2018/19 e apresentado no XI Encontro Técnico de Algodão da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária (Fundação MT), mostra diferenças significativas na evolução da doença em plantas das duas cultivares, com relação a variedades concorrentes.

Realizado entre os meses de abril e junho, o ensaio definiu que as variedades da TMG apresentaram no máximo 7% de severidade, enquanto que cultivares concorrentes chegaram a índices de severidade próximos de 70%, ao final desses 2 meses.

Além de auxiliar no controle da ramulária, a Tecnologia RX permite ao produtor reduzir custos na lavoura, pois cultivares com este benefício necessitam de 20% a 50% menos aplicações de fungicidas com alto nível de controle.

Marcelo Kappes, produtor de algodão na Bahia e no Piauí e presidente da Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms), também avalia que a Tecnologia RX é uma ferramenta que oferece segurança e economia. O cotonicultor explica que em suas áreas a redução de aplicações de fungicidas é de 40% a 50% com o plantio das cultivares com o benefício.

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Sobre o plantio de variedades TMG, Marcelo afirma que a tomada de decisão é feita a partir de análises internas e com os dados do laboratório da Abapa. Na próxima safra verão, a TMG 44B2RF estará em suas lavouras, em razão da estabilidade de produção, qualidade de pluma e flexibilidade de manejo pela presença da Tecnologia RX. “Regionalmente tivemos ótima resposta e isso fez com que decidíssemos pelo aumento da área com a cultivar”, explica.

Produtividade

                O portfólio de algodão da empresa também se destaca pela média de produtividade obtida pelas diversas variedades na safra 18/19. Na Bahia, a TMG 44B2RF obteve resultado médio de 389 @/ha, em 2.289 hectares. Um dos resultados mais expressivos dessa cultivar no estado foi de 430 @/ha, em área de 148 hectares.

                Também no oeste baiano, a TMG 47B2RF alcançou a média de 360 @/ha, no total de 2.272 ha, e o resultado excelente de 416 @/ha em uma área comercial de 100 ha. Mais resultados dessas e de outras variedades e regiões podem ser conferidos em www.tmg.agr.br

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Rendimento de fibra

                Na safra 18/19 a TMG trouxe ao mercado o lançamento TMG 61RF, cultivar indicada para refúgio e que se diferencia por apresentar alto rendimento de fibra, em torno de 48%, enquanto que no mercado brasileiro o rendimento da maior parte das cultivares chega a no máximo 42%. Em áreas comerciais parceiras da TMG, a variedade apresentou 53,1% de rendimento de pluma (Mato Grosso), 47,36% (Bahia) e 50,5% (Minas Gerais).

 

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Kalil Baracat cobra melhorias na pavimentação de bairros

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O vereador por Várzea Grande, Kalil Sarat Baracat de Arruda apresentou duas indicações que visam melhorias na pavimentação asfáltica de dois bairros da cidade.

Sua primeira indicação solicita do Poder Executivo Municipal junto à Secretaria de Infraestrutura a necessidade de serviços de tapa buracos e reparos na pavimentação asfáltica nas ruas do bairro Jardim Novo Horizonte, em sua totalidade.

Segundo Kalil a proposta é urgente e visa à realização de “tapa buracos” e reparos na pavimentação asfáltica.

“As ruas do bairro em questão encontram-se totalmente esburacadas, quase sem condições de tráfego, provocando pequenas colisões e avarias nos veículos dos que por ali transitam. É tamanha a calamidade em que se encontram as vias que não é possível especificar onde e quão grandes são os buracos. Atender à solicitação daquela comunidade é cumprir com o dever social e zelar pelo bem público e pelos munícipes”, explica o vereador.

Os moradores do bairro Jardim Potiguar também vem passando pelo mesmo problema e dessa forma, Kalil também indicou a necessidade de serviços de tapa buracos e reparos na pavimentação asfáltica em todas as ruas do bairro.

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“ As ruas Jardim Potiguar estão cheias de buracos com o aumento do fluxo de veículos pela região devido aos desvios das obras da Copa, quase que sem condições de tráfego. Além da falta de conforto e segurança, os buracos deixam o bairro com aspecto feio e mal cuidado desvalorizando os imóveis construídos ali. Dezenas de colisões com prejuízos financeiros e lesões físicas são registradas todos os dias naquele local”, disse Kalil Baracat.

 

Michelle Carla Costa

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