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‘Justiça para quem trabalha e quem ajuda a família brasileira’, diz senador Wellington Fagundes sobre lei que garante aposentadoria especial para agentes de saúde e endemias

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JB News

De Brasília, Marcos Antônio Padilha

O plenário do Senado, 57 votos favoráveis, duas abstenções e nenhum contrário, aprovou, nesta terça-feira (25), o projeto de lei de aposentadoria especial e diferenciada para os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias de todo o país. De acordo com a proposta, o tempo de aposentadoria para a categoria fica estipulado em ao menos 20 anos de efetivo exercício na função, sendo que os homens poderão se aposentar aos 52 anos e as mulheres, aos 50.

O projeto aprovado, que é de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), e foi relatado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), garante aposentadoria com integralidade e paridade para os agentes que cumprirem os requisitos mínimos de idade e tempo de serviço. Ele também dá direito à pensão por morte com os mesmos benefícios e à aposentadoria por incapacidade permanente, resultante de doença profissional ou do trabalho.

Em vídeo encaminhado à nossa reportagem pela assessoria do relator da proposta, Fagundes fala sobre a importância da lei e diz que a aprovação do texto garante direitos à uma categoria que cuida não só das questões relacionados à saúde, mas também social.

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“É fazer justiça. Há mais de 400 mil homens e mulheres que visitam todos os dias as casas das famílias, principalmente nas periferias, para fazer o preventivo. Para que a doença não chegue, para que não haja internação, para que as pessoas não morram”, afirma Wellington Fagundes. “Além da saúde, cuidando também do preventivo e do social, porque essas pessoas [os agentes] vão atender e se envolvem com a família e ajuda também”, completa.

A visão do relator, é que, diferente de que tem se divulgado na imprensa, que a medida poderia em resultar em mais gastos, não só para o governo federal, mas também os municípios, Wellington rebate e diz que, pelo contrário, que a proposta resultará em economia, uma vez que o poder os agentes trabalham com a prevenção, e, em saúde, é sabido que prevenir é melhor do que remediar, justamente pelo alto custo que é tratar uma doença.

“É menos impacto, é menos que o governo vai ter que gastar na segurança, no social de modo geral”, pondera Fagundes.

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Ele também falou da sua alegria em ser relator do projeto e disse que o resultado da aprovação, foi possível em razão da “parceria” feita entre ele e o senador e autor da proposta Veneziano Rêgo.

“Veneziano Rego que foi fundamental nesse projeto. Então, foi uma parceria que fizemos e felizmente estamos entregando justiça para quem trabalha e, principalmente, quem ajuda a família brasileira”, destacou. “Isso é fazer justiça a homens e mulheres que enfrentam sol e chuva para cuidar”, resume.

Veja abaixo o que estabelece o projeto aprovado:

Aposentadoria especial – define regras específicas para agentes comunitários e de endemias;
Idade mínima – 52 anos para homens, e 50 para mulheres;
Tempo de serviço exigido – 20 anos na função ou 15 na função + 10 em outra atividade
Paridade e integralidade – garantidas para aposentadoria e pensão por morte;
Readaptação funcional – tempo de readaptação conta como tempo efetivo de exercício;
Sindicalistas licenciados – tempo de mandato classista será contado;
Tempo em regimes diversos – será reconhecido se for na mesma função​
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Abilio evita debate sobre chapa Tarcísio–Michelle e diz que foco é libertar Bolsonaro

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Ana Paula Figueiredo

Prefeito afirma que grupo só deve discutir 2026 após resolver situação jurídica do ex-presidente

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), minimizou nesta semana as especulações sobre uma possível chapa presidencial formada por Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Michelle Bolsonaro (PL) para 2026. Para ele, qualquer discussão eleitoral neste momento é prematura dentro do grupo bolsonarista.

Abilio declarou que a prioridade é a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde 22 de novembro.

“Nosso foco hoje é a liberdade do presidente Bolsonaro e a anistia. Falar agora sobre quem será o nome de 2026 — Michelle, Tarcísio ou qualquer outro — é precipitado”, afirmou.

A fala do prefeito ocorre em meio ao desgaste público entre Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Os dois divergem sobre o apoio do PL ao ex-ministro Ciro Gomes na disputa pelo governo do Ceará. Michelle rejeita a aproximação, lembrando ataques feitos por Ciro ao ex-presidente, enquanto Flávio e parte do partido defendem a aliança.

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Abilio saiu em defesa da ex-primeira-dama e afirmou que Michelle tem papel crescente no movimento conservador.

“Michelle é uma liderança nacional. Ela é ouvida e representa a direita em todo o Brasil”, disse o prefeito, reforçando que sua influência deve se ampliar nos próximos anos.

Segundo ele, qualquer tentativa de reduzir o protagonismo de Michelle é inócua. “A presença dela só aumenta. Ela terá cada vez mais força e continuará sendo ouvida”, completou.

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